Tiros em columbine.

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  • Publicado : 14 de abril de 2011
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O documentário feito pelo cineasta Michael Moore, foi mostrar o grau de insegurança e o imaginário do medo instalado nas escolas, nas universidades, no cotidiano das pessoas, em virtude dasconseqüências que originam e da aparente falta de controle de que se revestem. E que em qualquer lugar do mundo, conseguir armas é algo exageradamente simples quando se dispõe de recursos e disposição paratanto, seja oficialmente, seja no mercado negro. Moore atravessa a fronteira norte e visita algumas cidades do Canadá. Encontra um país com o mesmo – senão ainda maior – número de armas de fogo nas mãos decivis e um índice de violência inacreditavelmente baixo.
O filme desenvolve-se a tragédia de dois jovens estudantes que entraram fortemente armados na biblioteca de uma escola pública na pequenaColumbine – Littleton – Colorado, mataram doze colegas e um professor, suicidando-se em seguida. Este o mote do filme: tentar compreender os motivos de tanta violência gratuita, absurda e vastamentedisseminada na sociedade estadunidense.

Nossa proposta será desenvolver um paralelo entre o documentário e os pensamentos e teorias dos filósofos:

- Nicolau Maquiavel.
- Thomas Hobbes.
- JohnLocke.

Vejamos:


Defendeu Maquiavel que “a guerra é o argumento último dos príncipes”, geralmente, o apelo à força é o argumento último de um debatedor acuado ou sem razões consistentes. Aimportância do exército, a dominação completa do novo território através de sua estadia neste; a necessidade da eliminação do inimigo que no país dominado encontrava-se e como lidar com as leispré-existentes à sua chegada; o consentimento da prática da violência e de crueldades, de modo a obter resultados satisfatórios, onde se encaixa perfeitamente seu tão famoso postulado de que “os fins justificamos meios” Defendeu, também, que o governante, (príncipe) para tomar um governo e manter-se deve usar do amor ou a dor – ser amado ou temido, com a sabedoria do uso da força bruta ou violência,...
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