terapia de casais

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Como no caso de Hans em que houve uma intervenção analítica. Na neurose obsessiva, observa-se um sujeito atormentado por pensamentos recorrentes e impelido a rituais como tentativas de proteçãofrente ao perigo, eternamente em conflito com a instância fálica, oscilando entre o desejo de transgredi-la e a submissão fervorosa. Lei que, para o obsessivo ficou difícil de elaborar, talvez por ter sidocolocada de forma excessiva ou ambígua no contexto desejante da criança. No obsessivo, a passagem do ‘ser’ ao ‘ter’ torna-se mais problemática pela mensagem de insatisfação materna em relação aomarido. Isto dificulta o sujeito abrir mão de sua identificação fálica imaginária, ao mesmo tempo em que reconhece a existência e teme a instância da lei. Como no caso de Hans em que houve uma intervençãoanalítica. Na neurose obsessiva, observa-se um sujeito atormentado por pensamentos recorrentes e impelido a rituais como tentativas de proteção frente ao perigo, eternamente em conflito com ainstância fálica, oscilando entre o desejo de transgredi-la e a submissão fervorosa. Lei que, para o obsessivo ficou difícil de elaborar, talvez por ter sido colocada de forma excessiva ou ambígua no contextodesejante da criança. No obsessivo, a passagem do ‘ser’ ao ‘ter’ torna-se mais problemática pela mensagem de insatisfação materna em relação ao marido. Isto dificulta o sujeito abrir mão de suaidentificação fálica imaginária, ao mesmo tempo em que reconhece a existência e teme a instância da lei. Como no caso de Hans em que houve uma intervenção analítica. Na neurose obsessiva, observa-se umsujeito atormentado por pensamentos recorrentes e impelido a rituais como tentativas de proteção frente ao perigo, eternamente em conflito com a instância fálica, oscilando entre o desejo detransgredi-la e a submissão fervorosa. Lei que, para o obsessivo ficou difícil de elaborar, talvez por ter sido colocada de forma excessiva ou ambígua no contexto desejante da criança. No obsessivo, a passagem...