Teologo

1878 palavras 8 páginas
Por que os livros Apócrifos não são verdadeiros?
“Eu vos exorto, pois a ver com benevolência, e a empreender esta leitura com uma atenção particular e a perdoar-nos, se algumas vezes parecer que, ao reproduzir este retrato da soberania, somos incapazes de dar o sentido (claro) das expressões”.

Que acham das palavras acima? Inspirariam confiança de que seu autor ou autores foram inspirados por Deus para redigir um livro que lhes sirva para o “ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”? Pois bem, elas constam da introdução ao livro apócrifo (ou deuterocanônico) de Eclesiástico, que consta das Bíblias católicas mas não foi aceito pelos judeus palestinos, zelosos preservadores dos ensinos bíblicos que não estiveram sujeitos às influências helenizantes dos judeus de Alexandria, muitos dos quais (mas não todos) acatavam tais livros como de origem divina, como Palavra de Deus.
O apóstolo Paulo referiu-se aos judeus como tendo tido o privilégio de serem os “portadores dos oráculos divinos” (Rom. 3:2). Contudo, o referido prólogo é “um auto-reconhecimento da falibilidade humana”, como refere o estudo abaixo transcrito.
Mas isto não é tudo quanto nos motiva a rejeitar esses livros adicionados àBíblia católica por não preencherem os critérios de obras que realmente reflitam as verdades eternas. Afinal, Jesus Cristo referiu-Se à Bíblia Sagrada na Sua oração sacerdotal a Seu Pai dizendo: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (João 17:17). Como poderiam obras cheias de conceitos que se chocam com os claros ensinos de apóstolos e profetas, além de crendices supersticiosas, lendas, inexatidões históricas e até mentiras qualificar-se como essa verdade de divina inspiração?
Vejamos mais alguns problemas que impedem a aceitação por parte dos evangélicos desses livros usados pelos católicos quando lhes convém, para defender algumas estranhas doutrinas, como o purgatório e a oração pelos mortos. Para os adventistas, nem se faz

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