Teologia

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RESENHA DO LIVRO
Spurgeon, Charles Haddon. Lições aos Meus Alunos Homilética e Teologia Pastoral V2. PES: São Paulo,1980.
Por Mário César Carneiro Duarte
Pretende-se na presente resenha observar virtudes e defeitos, que levaram Spurgeon a ser considerado um dos maiores pregadores de sua época, encontradas no livro: Lições aos Meus Alunos V2. de Charles Haddon Spurgeon. O conteúdo quecaracteriza esta obra está relacionado à Homilética e Teologia Pastoral. O livro é um conjunto de preleções dadas por Spurgeon aos seus alunos nas sextas feiras a tarde em sua Escola Bíblica, tem como característica uma linguagem simples e agradável nos seus treze capítulos, e mesmo tendo sido traduzido a 32 anos atrás, nos revela que os problemas, dificuldades e necessidades, enfrentados pelospastores nos dias de hoje não são diferentes dos daquela época.
O autor do livro é considerado o príncipe dos pregadores, ele nos revela que o pregador das Sagradas Escrituras deve manter uma auto-vigilância. E introduz a presente obra citando 1Tm4.16 que diz: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina”. Com isso ele nos mostra que o sucesso do pregador será de acordo com a pureza e perfeição de si mesmo.Deus abençoa não tanto a talentos, como à semelhança com Jesus. O ministro santo é temível arma na mão de Deus.
Sobre o Chamado para o Ministério o autor nos diz que antes que um homem assuma a posição de embaixador de Deus, deve esperar pelo chamamento do alto, diz também que na presente dispensação, o sacerdócio é comum a todos os santos. Mas, profetizar, ou fazer aquilo que se lheassemelha, a saber, ser movido pelo Espírito Santo para entregar-se totalmente à proclamação do evangelho, é, na verdade, dom e vocação de apenas um número relativamente pequeno. E que certamente o despenseiro deve considerar o seu oficio como da parte do Senhor.
É elogiável a posição do autor quando fala da Oração Particular do Pregador, ele diz que por natureza o pregador se distingue acima de todosos demais como homem de oração. A oração prestará ao pregador singular assistência na transmissão do sermão. Spurgeon, também nos ensina que se as orações feitas ordinariamente não estiverem mantendo a vida e o vigor das nossas almas (ministros de Deus), e notarmos que estamos fracos, devemos ficar sozinhos por uma semana, ou até por um mês, se possível. Ocasionalmente temos feriados nacionais; porque não termos com freqüência dias santos?
Quando Spurgeon se refere a Oração em Público ele nos aconselha que somente o Senhor seja o objeto das nossas orações. E nos adverte para não ficarmos com um olho posto nos ouvintes; e para não nos tornarmos retóricos a fim de agradarmos nossas audiências. A oração não deve ser transformada num "sermão indireto". É pouco menos que blasfêmia fazer dadevoção uma oportunidade para exibição.
No capítulo cinco onde se fala do Conteúdo do Sermão, o autor insiste que é preciso haver abundância de substância nos sermões e, em seguida, em que essa substância deve ser coerente com o texto. Diz também que: o sermão chega com muito maior poder às consciências dos ouvintes quando é pura e simplesmente a própria Palavra de Deus, não uma preleção sobre aEscritura, mas a Escritura mesma, exposta e imposta. Spurgeon aconselha que não se deve sobrecarregar o sermão com material demais e que o material do nosso sermão deverá ser bem ordenado, segundo as legitimas normas da arquitetura mental.
É louvável a orientação dada pelo autor quando fala no capítulo seis sobre a A Escolha do Texto, ele comenta que Se alguém lhe perguntasse, "Como conseguirei otexto mais apropriado?" ele responderia: "Clame a Deus por ele". Diz também que depois da oração, somos obrigados a empregar com muito empenho os meios próprios para concentrar os nossos pensamentos e conduzi-los pelo melhor canal, devemos observar bem no que o nosso povo realmente necessita para a sua edificação, e seja esse o nosso tema, devemos Tomar em consideração os pecados que parecem...
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