Telejornalismo

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YORKE, Ivor. Reportagem em Telejornalismo. In___________. Telejornalismo. Tradução Luiza Lusvarghi. Colaboração Júlia Aidar. São Paulo: Roca, 2006. 123-134p.




CIT 01 p.123




“A despeito da enorme satisfação proporcionada pela tarefa de organizar reportagem sobre os mais diversos e complexos assuntos e transmiti-las e, curto espaço de tempo, e embora,na prática , o efetivo poder editorial esteja nas mãos de executivos, não resta muita dúvida de que há bem menos glamour na imagem dos jornalistas que trabalham em redações de televisão em àqueles que ficam diante das câmeras”.




CIT 02 p.123

“Dessa forma, não é surpreendente constatar a alta proporção de jovens iniciantes e recém-formados que sonhamtrabalhar com telejornalismo porque gostam-para serem vistos por uma audiência de milhões, em lugares exóticos do planeta, apreciando o que algum colaborador da cobertura internacional chamou , certa vez, de “banco da frente da história” .Em resumo, mesmo que seja uma posição desconfortável eles querem ser famosos”.



CIT 03 p.123

“Ate mesmo jornalistas veteranos emtelevisão admitem, reservadamente, que a aparente excitação e o glamour de suas vidas cotidianas começa a se desvanecer depois de um tempo. (...) Acrescente-se a isso os riscos pessoais que envolvem esses profissionais do telejornal moderno: guerras, desastres naturais, insurreições civis”.



CIT 04 p.124

“Muitos repórteres são casados e possuem responsabilidadesfamiliares, e vive com o sentimento desconfortável de que em qualquer festa de aniversário, comemoração de casamento ou em outro evento familiar podes ser interrompido por um telefonema convocando-os para tomar o próximo avião para qualquer lugar”.

CIT 05 p.124-125

“Nenhum repórter sincero pode fingir que é tudo é um sossego. A maioria deve lembrar de horasdesperdiçadas em aeroportos , em corredores dos palácios governamentais com correntes de ar, esperando algo acontecer ou alguém voltar ou sair de algum lugar. Às vezes, nada acontece. Outras vezes as portas batem, os telefones emudecem, a resposta é “sem comentários” ou algo menos polido”.



CIT 06 p.125

“Em contrapartida, existem tarefas agradáveis, bemorganizadas e interessantes durante as quais o repórter goza o privilégio de viajar de primeira classe, degustar boa comida, hospedar-se em hotéis caros e, além disso, ser tratado com entusiasmo, hospitalidade e receber um autêntico convite para voltar outra vez”.



CIT 07 p.125

“O resultado de um serviço bem feito pode ser dois ou três minutos de boas imagens, visualalinhado e excelente reputação, ainda que o fator dominante –exceto pelas ocasiões em que as circunstâncias exigem que seja diferente- resida no fato de o repórter não poder trabalhar sozinho se a tarefa tiver de ser cumprida adequadamente. (...) é inútil abrir caminho através de uma multidão ou dos colegas, numa coletiva, somente para descobrir que o cinegrafista ficou pra trás. “brigando” com oequipamento.



CIT 07 p.125



“Para ser ainda mais eficiente, o repórter de televisão não pode se satisfazer em voar para longe ou ficar a margem de uma reportagem na esperança de ser agraciado com tratamento especial pelos outros participantes do processo.(...) Qualquer repórter que não se integre á manada ou se coloque diante dela não vai durar muito tempono emprego”.



CIT 08 p.126

“No fim das contas, o jornalista de televisão vale por sua última reportagem. Não existe glória a ser conquistada na produção de um trabalho brilhante que chega tarde demais para ser transmitido”.

CIT 09 p.126

“Poucos repórteres de televisão começam a carreira no veículo. Em sua maioria, eles vem dos jornais, das...
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