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A Raposa e a Cegonha, fábula de La Fontaine

A Raposa convidou a Cegonha para jantar e lhe serviu sopa em um prato raso.
-Você não está gostando de minha sopa? -Perguntou, enquanto a cegonha bicava o líquido sem sucesso.
- Como posso gostar? - A Cegonha respondeu, vendo a Raposa lamber a sopa que lhe pareceu deliciosa.
Dias depois foi a vezda cegonha convidar a Raposa para comer na beira da Lagoa, serviu então a sopa num jarro largo embaixo e estreito em cima.
- Hummmm, deliciosa! - Exclamou a Cegonha, enfiandoo comprido bico pelo gargalo - Você não acha?
A Raposa não achava nada nem podia achar, pois seu focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou mais uma ou duasvezes e se despediu de mau humor, achando que por algum motivo aquilo não era nada engraçado. 

MORAL: às vezes recebemos na mesma moeda por tudo aquilo que fazemos.
Jeande La Fontaine

O Corvo e o Pavão, fábula de Monteiro Lobato

O pavão, de roda aberta em forma de leque, dizia com desprezo ao corvo:
▬ Repare como sou belo! Que cauda,hein? Que cores, que maravilhosa plumagem! Sou das aves a mais formosa, a mais perfeita, não?
▬ Não há dúvida que você é um belo bicho -- disse o corvo. Mas, perfeito? Alto lá!▬ Quem quer criticar-me! Um bicho preto, capenga, desengraçado e, além disso, ave de mau agouro... Que falha você vê em mim, ó tição de penas?
O corvo respondeu:
▬ Notoque para abater o orgulho dos pavões a natureza lhes deu um par de patas que, faça-me o favor, envergonharia até a um pobre diabo como eu...
O pavão, que nunca tinha reparadonos próprios pés, abaixou-se e contemplou-os longamente. E, desapontado, foi andando o seu caminho sem replicar coisa nenhuma.
Tinha razão o corvo: *não há beleza sem senão*.
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