Sociologia

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  • Publicado : 18 de março de 2013
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1. INTRODUÇÃO
Atualmente tem-se observado um crescente índice de violência nas escolas por parte dos alunos. As causas são as mais variadas, tais como uso uso de drogas, desmotivação, desemprego etc...
O reflexo dessa situação, recai mais precisamente na saúde mental daqueles que lidam diretamente com os aluno, pois muitas vezes buscam terapias e utilizam medicamentoscontrolados para poderem trabalhar.
Esse trabalho visa analisar e destacar aspectos sociológico do divórcio, da virada dos jovens para a vida adulta, do tempo de obediência com relação à juventude, da alienação parental, suas influências em instituições como o legislativo, o judiciário, organizações de saúde e educação e conseqüentemente, corroborando em deteriorar as relações sociaisentre educando e educadores e por conseguinte tornar as escolas palcos de violência.


2. DESENVOLVIMENTO
a. Divórcio
Conceitualmente a família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendênciaa p artir de um ancestral comum,matrimónio ou adoção.
A reportagem “Divórcio: Guia de sobrevivência” nos informa que no Brasil o divórcio é bem aceito e que apesar do crescente índice de divórcios e separações constatados em pesquisas realizadas pelo IBGE nos ano de 1984 e 2007, isso não prenuncia a crise na instituição família, mas sim um sinal de valorização do casamento satisfatório. A reportagem aborda tambémque homens e mulheres terão reações diferentes após a separação, mas que há livros e profissionais para minorar essas mazelas emocionais.
Pela reportagem pode-se concluir que homens e mulheres divorciados estão muito bem amparados por livros e terapias. No entanto essa situação terá conseqüências negativas na educação de seus filhos, na medida em que um dos genitores perderá aproximidade dos mesmos. Essas conseqüências negativas terão efeitos prejudiciais na área educacional e principalmente na psicológica, caso um dos genitores se utilize da alienação parental para afastar o filho do outro genitor.


b. A virada para a vida adulta
Mudanças físicas, sociais e psicológicas, acontecem cada vez mais precocemente, marcando essa idade como nenhumaoutra. Para os adolescentes é complicado e para os pais também. Atualmente a travessia para a vida adulta tem sido observada aos 13 anos tendo em vista a mudança da expectativa de vida, momento considerado como assustador e, ao mesmo tempo o mais encantador. Na reportagem consta que 66% dos filhos acham suficiente o envolvimento dos pais em seu cotidiano e 50% definem como excelente a relação quetem em casa.
Em suma, nessa fase é primordial a presença de pais e mães preparados para orientar seus filhos nas várias situações em que se depararão na sociedade e na falta de um desses, com certeza algum outro agente externo à família, ocupará esse espaço educacional.


c. Tempo de obediência
Na virada para a vida adulta os interesses dos jovens são osmais variados e a escola fica em último plano. Nessa fase os educadores observam uma queda no rendimento escolar e, em alguns casos, passam a ter a autoridade questionada por alunos com hormônios a flor da pele, porém em uma pesquisa realizada na reportagem constatou-se que de 100 alunos entrevistados, 79% consideram a instituição muito importante para eles. Devido ao jovem nessa fase achar-seinvencivel, leva alguns a desafiarem perigosamente os limites e iniciam as experimentações com álcool e drogas.
Logo, a necessidade de uma interação estreita entre pais e educadores se faz necessária nesse momento para identificar e coibir comportamentos que fujam aos padrões da normalidade.


d. Alienação parental
Um projeto de lei e um documentário com...
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