Sobre a morte e o morrer no hospital

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO – UNICEUMA
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM

Brunna Lima, Herllen Almeida, Marcelo Monteiro, Samara Bráz e Thássia Gomes.

PSICOLOGIA

A morte e o morrer no hospital

São Luis
2011

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO – UNICEUMA
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM


A MORTE E O MORRER NO HOSPITAL


Trabalhoapresentado à disciplina de Psicologia do curso de Bacharelado em Enfermagem do Centro Universitário do Maranhão – UNICEUMA para obtenção de nota bimestral.
Profª. Neves



São Luis
2011
SUMÁRIO

Introdução-------------------------------------------------04
Fases de um paciente em estagio terminal--------04
Tanatologia- uma brevehistórico---------------------05
Morte a moda antiga-------------------------------------05
Morte nos dias atuais------------------------------------07
O hospital diante da morte-----------------------------08
O luto--------------------------------------------------------10
Conclusão-------------------------------------------------13
Referências Bibliográficas---------------------------14INTRODUÇÃO

O significado e as reações que a morte traz para os seres humanos que a enfrentam, seja sua própria morte, de familiares ou pessoas próximas que fazem parte do seu cotidiano, não é o mesmo pra todos. São evidenciados a manifestação de diferentes tipos de sentimentos,como a raiva, tristeza, barganha, a negação, entre outros,que precisam ser discutidos e analisados,de forma que venhapropiciar um preparo adequado para melhor enfrentar o processo de morte e morrer.
A morte pode ser percebida de diferentes formas, conforme a história de vida, a religião e a cultura do indivíduo envolvido nesse processo. É fato que na maioria das vezes não estamos preparados para lidar com a morte dos outros e muito menos com a nossa própria morte, daí surge à importância de se refletir sobre esseacontecimento.
Na sociedade, de acordo com cada cultura, a concepção da morte, fica visível na forma como se posiciona diante dela, nos rituais que seguem o funeral, nos costumes do luto e nas sensações. Portanto, a questão da morte e do morrer se faz reflexão obrigatória.
As diferentes concepções e significações do processo de morte e morrer sofreram transformações ao longo da evolução dahumanidade.
A questão da morte precisa ser refletida para uma melhor elaboração e enfrentamento do processo do morrer. A morte mobiliza conteúdos internos, que na maioria das vezes são sentimentos desagradáveis como a angústia e a tristeza, que não se estando preparado para tal enfrentamento, poderá influenciar negativamente na qualidade de vida das pessoas.
Atentaremos para a repercussão damorte em nossas vidas, na busca de refletir sobre os significados e valores que atribuímos ao processo da morte e o morrer no nosso cotidiano de vida.

Fases de um paciente em estagio terminal

Na década de 1960, encontram-se os trabalhos da psiquiatra Kubler-Ross realizados a partir de suas experiências profissionais com pacientes terminais. Em 1969 publicou a obra Sobre a morte e o morreronde analisa os estágios que o ser humano passa quando está em fase terminal, a saber: negação e isolamento,raiva,barganha,depressão e aceitação.Esses cinco estágios nem sempre acontecem em seqüência, pois podem se sobrepor um ao outro.
É natural que toda pessoa acerca da morte reconheça algum dos sinais de que algo não transcorre normalmente, e desenvolva esses estágios, ou parte deles. Muitasvezes não dispomos de preparação psicológica para o enfrentamento de situações de morte iminente.
Negação: ajuda a aliviar o impacto da notícia, servindo como uma defesa necessária a seu equilíbrio. Geralmente em pacientes informados abruptamente e prematuramente. O médico deve respeitar porém ter o cuidado de não estimular, compactuar ou reforçar a negação.
Raiva: o paciente já assimilou seu...
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