Resumo: vernant, jean pierre. as origens do pensamento grego. rj. ed. difel. 2002

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO
LICENCIATURA PLENA EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À FILOSOFIA
DOCENTE: MANOEL MORAES










Resumo:
Vernant, Jean Pierre. As Origens do Pensamento Grego. RJ. Ed. Difel. 2002







Joandreson Barra Lima
















BELÉM-PARÁ
2011
Joandreson Barra LimaResumo:
Vernant, Jean Pierre. As Origens do Pensamento Grego. RJ. Ed. Difel. 2002











Trabalho apresentado à disciplina Introdução à Filosofia como requisito total a primeira avaliação, orientado pelo docente Manoel Moraes.




















BELÉM-PARÁ
2011
Na Obra Vernant, Jean Pierre. As Origens doPensamento Grego. RJ. Ed. Difel. 2002. Destacam-se a formação Teórica que de forma colossal é criando o Intelecto do Mundo Ocidental, a partir desta questão se destaca aglutinação de varias sociedades de suas culturas que contribuíram para a construção da Epopéia Sapiencial.
No primeiro Capítulo mostra “O Quadro Histórico”, em que as sociedades contribuíram para consolidação da Cultura grega.Creta, Mínios, Hitita, Micênas e Aqueus foram povos que deram essa gênese para a cultura. Creta recebeu influências dos egípcios, pois se localiza na a proximidade; os Minios que pertencem ao povo indo-europeu que deu origem a língua que hoje é seu vernáculo oficial; Hitita marca pela sua cerâmica que influencia regiões da Grécia continental, ilhas Jônias, Tessalia e Calcidica, também deucontribuição da domesticação do cavalo provando assim sua mitologia do deus Poseidon; Micênas da sua contribuição na temática da vida cotidiana como Vernant diz - Vida Palaciana, que passará ter uma construção na tradição da Monarquia, estado centralizado, técnicas de carro, organização social e forma militar; os Aqueus determinam a cultura e até mesmo a arquitetura da cidade.
No segundo capítulo quediscuti a “Realeza Micênica” é marcada por uma vida palaciana, onde tudo gira em torno de contexto como: religioso, administrativo, militar e econômico, em que o rei se contra todo poder real de Micênas. Com essa vida palaciana possui uma realeza que descreve em sua obra.
Escribas que tem função administrativa mais também estão atrelados a agricultura, gato, medidas de cereais, fornecimentode matéria-prima, sacrifícios aos deuses. Esse povo como descreve Vernant tinham um domínio da agricultura, outra elemento que o filosofo descreve é “em todos os graus da administração palaciana é um efeito um vinculo pessoal de submissão que une o rei com diversos dignitários do palácio”. Nesse enredo observa-se a divisão das tarefas e uma especialização de funções com vários fiscais etc. Essaforma de apresentar o rei em que a vida gira em torno do sentido rei não conseguiu sobreviver na Grécia.
As diferenças dos palácios marcam o texto em que entra os Cretenses e Micênicos, onde as construções micênica se mostram de grande porte e mostrando o poder real com sua magnitude de riquezas.
No pequeno mundo micênico onde seu palácio então era rodeado das cortes; o rei utiliza otermo wa-na-ka seu poder está em todos os níveis: no militar, religioso, econômico. Anax é o responsável pela religiosidade e poder militar de micênas, organizava o calendário, observação ritual, celebração de festas, determina sacrifícios, oblações, taxas, nesse sentido o rei é soberano lembra o Rei Divino, pelo poder abraças todos os níveis da sociedade. La-wa-ge-tas é outro personagem da realezamicênica em que seu poder se concentrava nas armas, na guerra. Basileus fiscalizava e distribuía as cotas de bronze para os ferreiros, ou seja, fornecimento de metal é interessante destacar que Vernant vai dizer que este termo vai substituir a palavra Anax.

No terceiro capítulo discute “O universo espiritual da polis” refere a um diálogo em torno da: importância da palavra; importância...
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