Resenha

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 5 (1151 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 10 de março de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
REFERÊNCIAS
. FRANÇA, Fátima. Reflexões sobre Psicologia Jurídica e seu panorama no
Brasil. Psicologia: Teoria e Prática, São Paulo, vol. 6, no. 1, p. 73-80, 2004.
. Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/477025-reflex%C3%B5es-sobre-psicologia-jur%C3%ADdica-seu/#ixzz2LO2knmV6

RESENHA



Reflexões sobre psicologia jurídica e seu panorama noBrasil, procura descrever o que é psicologia jurídica, com definições amplas sobre o meio. Nos últimos anos, ela tem se tornado um dos mais emergentes campos do saber psicológico. A relação da psicologia com o direito começou a partir do surgimento da criminologia, que se deu a introdução do termo “psicologia jurídica”. Com o início da psicologia criminal, os juízes convocam os médicos realizandoassim, a perícia, para desvendar crimes intitulados como “enigmas”. Aparentemente visados como sua causa: “a razão humana.” A psicologia jurídica tem como objetivo: a compreensão do criminoso, por meio do diálogo. “A partir disso observa-se a diversidade de objetos da Psicologia: o comportamento, o inconsciente, a personalidade, a identidade, entre outros.” Dessa forma é admissível no Brasil, aobtenção através de fatos comprovados e a contribuição das características do indivíduo para com o perito analista do caso, ou o psicólogo jurídico para que ambos possam exercer com exatidão, a prática do direito.



REFLEXÕES SOBRE PSICOLOGIA JURÍDICA E SEU PANORAMA NO BRASIL

Neste excelente artigo, a autora nos possibilita a reflexão e atualização apartir dos conteúdos aqui expostos, já que essa é uma especialidade que, notadamente, apresenta escassez de materiais publicados. A Psicologia Jurídica é uma das nomenclaturas comumente utilizadas para denominar essa área da Psicologia que se inter-relaciona com o sistema de justiça. Caracteriza-se como uma área da psicologia que se encontra, na atualidade, em constante desenvolvimento.Segundo Popolo(1996), a Psicologia Jurídica é uma área de especialidade da Psicologia e, por esse motivo, o estudo desenvolvido nessa área deve necessariamente apresentar uma perspectiva psicológica que resultará num conhecimento específico. No entanto, pode-se valer de todo o conhecimento produzido pela ciência psicológica.Popolo (1996) destaca a importância dos profissionais peritos, reconhecerem o limite desua perícia, por se tratar de conhecimento produzido a partir de um fragmento da realidade. Portanto, deve-se reconhecer o quão limitado pode ser o conhecimento da conduta por meio da perícia. Neste contexto, observa-se a relevância de verificar a confiabilidade e a validez dos instrumentos e do modelo teórico utilizados, a fim de constatar se os mesmos respondem ao objetivo do procedimento. Apartir dessa limitação do conhecimento produzido, torna-se essencial a compreensão interdisciplinar do fenômeno estudado para melhor abordá-lo em toda a sua complexidade.As avaliações psicológicas, tais como as perícias, são de extrema importância, contudo existe a necessidade de repensá-las. Tal postura pode ser justificada pelo fato que realizar perícia é uma das possibilidades de atuação dopsicólogo jurídico, mas não a única. O psicólogo jurídico pode atuar fazendo orientações e acompanhamentos, contribuir para políticas preventivas, estudar os efeitos do jurídico sobre a subjetividade do indivíduo, entre outras atividades e enfoques de atuação.Bock, Furtado e Teixeira (1999, p. 21) sustentam que a Psicologia, por ser uma ciência relativamente nova, “não teve tempo ainda de apresentarteorias acabadas e definitivas, que permitam determinar com maior precisão seu objeto de estudo”. A partir disso observa-se a diversidade de objetos da Psicologia: o comportamento, o inconsciente, a personalidade, a identidade, entre outros. Os autores também atentam para as diferentes concepções de homem adotadas pelas teorias psicológicas, como sendo outra contribuição para o surgimento da...
tracking img