Resenha

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RESENHA CRÍTICA

Resenha Crítica , da Obra de VASCONCELOS, Celso dos Santos. Para onde vai o Professor? Resgate do Professor como sujeito de transformação. São Paulo, SP: Libertad - Centro de Pesquisa, Formação e Assessoria Pedagógica. 205 p., como requisito parcial, do processo de avaliação solicitado pelos Professores Doutores: Betânia de Oliveira Laterza Ribeiro e Fernando Antônio Leite deOliveira, docentes - orientadores, vinculados à área de Concentração - Componentes psicoeducacionais na prevenção e solução de conflitos -Programa de Pós-Graduação Strito-sensu em Direito - da Fundação Educacional de Ituiutaba - Campus da Universidade do Estado de Minas Gerais.


Resenhista: Marcelo Balli Cury

I-OBRA
VASCONCELOS, Celso dos Santos. Para onde vai o Professor? Resgate doProfessor como sujeito de transformação. São Paulo, SP: Libertad - Centro de Pesquisa, Formação e Assessoria Pedagógica. 205 p.

II- CREDENCIAIS DA AUTORIA
Prof. Celso dos Santos Vasconcellos é Doutor em Didática pela USP, Mestre em História e Filosofia da Educação pela PUC/SP, Pedagogo, Filósofo, pesquisador, escritor, conferencista, professor convidado de cursos de graduação e pós-graduação,responsável pelo Libertad - Centro de Pesquisa, Formação e Assessoria Pedagógica.
Obras publicadas pelo autor:
1. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico -elementos metodológicos para elaboração e realização
2. Construção do Conhecimento em Sala de Aula
3. Avaliação: Concepção Dialética - Libertadora do Processo de Avaliação Escolar
4. Disciplina: Construçãoda Disciplina Consciente e Interativa em Sala de Aula e na Escola
5. Avaliação: Superação da Lógica Classificatória e Excludente - do "é proibido reprovar" ao é preciso garantir a aprendizagem
6. Avaliação da Aprendizagem: Práticas de Mudança - por uma práxis transformadora

III- CONCLUSÃO DA AUTORIA
Apesar da determinação mais geral ser a mesma, encontramos hoje escolas e educadores comformas de trabalho e posturas bastante diferentes; isto reflete o grau de autonomia relativa que o sujeito tem em relação à sociedade e reforça a possibilidade de mudança. A prática tem demonstrado que com as mesmas condições macro, tem havido mudanças muito positivas no micro, à medida que seus agentes assumem um compromisso com a transformação do cotidiano do trabalho escolar (cf. Vasconcellos,2000a:51). Algumas mudanças dependem de instâncias superiores ao professor ou à escola; nestes casos, a luta é mais longa e exige um conjunto maior de mediações. Mas outras estão, muito objetivamente, ao alcance do professor e da escola; estas mudanças devem ser feitas, se queremos construir algo novo(cf. Vasconcellos, 2000a:54). Reiteramos que sempre existem espaços para avançar; onde não há espaço,há formas de resistência, de denúncia, de luta.
Não podemos perder de vista também que quem transforma a realidade não é um sujeito isolado, mas um conjunto de homens, num determinado contexto histórico, com uma determinada organização; apesar de nossa história estar marcada pelo culto à personalidade, a transformação nunca é resultado de apenas uma pessoa. Os acontecimentos podem até serdesencadeados e liderados por um sujeito, mas este por si nada poderia se não tivesse sido formado pela história de todas as gerações passadas e não tivesse a participação dos demais. Como pode acontecer de tão poucos dominarem a tantos? É que falta uma ação contrária desses tantos(servidão voluntária). Quanto maior o número de sujeitos empenhados na mesma transformação, maior a possibilidade de se alterara realidade.

Insistimos que a luta precisa ser articulada nos vários níveis de intervenção:
. Pessoal
. Escolar (sala de aula, equipe, companheiros)
. Comunidade Escolar (alunos, pais, vizinhança)
. Associativa (órgãos de classe, sindicatos)
. Sistema de Ensino (órgãos intermediários, centrais, dirigentes)
. Social como um todo (meios de comunicação, partidos, igrejas, Estado,...
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