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Prefácio da Contribuição à Crítica da Economia Política

Karl Marx

























FEIRA DE SANTANA – BA

2012






Prefácio da Contribuição à Crítica da Economia Política

Karl Marx

































Fichamento 04

Resumo Crítico 07

Referência 09Fichamento



Prefácio da Contribuição à Crítica da Economia Política

Karl Marx

Sistema da economia burguesa:

➢ Capital,

➢ Propriedade do solo,

➢ Trabalho assalariado,

➢ Estado,

➢ Comércio exterior,

➢ Mercado mundial.



A primeira seção do livro primeiro que trata do capitaldivide-se em:

1) A mercadoria;

2) O dinheiro ou circulação simples;

3) O capital, em geral

“Tenho diante de mim todos os materiais da obra na forma de monografias, redigidas a grandes intervalos de tempo para o esclarecimento das minhas próprias idéias e não para publicação; a elaboração sistemática de todos esses materiais, de acordo com o planoestabelecido, dependerá de circunstâncias externas.” (MARX, 1859, p.300)

“... o leitor que queria realmente acompanhar-me deverá estar disposto a seguir do particular para o geral.” (MARX, 1859, p.300)




Algumas referências à trajetória dos estudos de economia política de Marx:

• Antes da Gazeta ele ressalta uma importante fase da sua trajetória: a jurisprudência:“... todavia, só me preocupei como disciplina secundária, ao lado da filosofia e da história.” (MARX, 1859, p.300)

• Em 1842-43, sendo redator da Gazeta Renana começou opinar sobre os chamados interesses materiais.



• “Os debates da Dieta... levaram-me a ocupar-me pela primeira vez de questões econômicas.” (MARX, 1859, p.300)
• “... os meus estudos até então não me permitiamaventurar nenhum juízo sobre o conteúdo propriamente dito das tendências francesas.” (MARX, 1859, p.301)
• Primeiro trabalho foi uma revisão crítica da filosofia hegeliana do direito.
✓ As relações jurídicas como as formas de Estado se baseiam nas condições materiais de vida cujo conjunto Hegel resume.
✓ Serviu de fio condutor aos estudos, pode resumir-se assim:“Na produção social da sua vida, os homens contraem determinadas relações necessárias e independentes da sua vontade, relações de produção que correspondem a uma determinada fase de desenvolvimento das suas forças produtivas materiais.” (MARX, 1859, p.301)
✓ “Não é a consciência do homem que determina o seu ser, mas, pelo contrário, o seu ser social é que determina a suaconsciência.” (MARX, 1859, p.301)
✓ Forças produtivas materiais x relações de produção existentes.
✓ Abre, assim, um momento de revolução social.
✓ É mister esclarecer esta consciência pelas contradições da vida material, pelo conflito existente entre as forças produtivas sociais e as relações de produção.
“As relações burguesas deprodução são a última forma antagônica do processo social de produção, antagônica, não no sentido de um antagonismo individual, mas de um antagonismo que provém das condições sociais de vida dos indivíduos. As forças produtivas, porém, que se desenvolvem no selo da sociedade burguesa criam, ao mesmo tempo, as condições materiais para a solução desse antagonismo. Com esta formação social se encerra,portanto, a pré-história da sociedade humana.” (MARX, 1859, p.302)
• Engels chegou ao mesmo resultado que Marx.
• Marx e Engels X ponto de vista Ideológico da filosofia alemã.
✓ Objetivo: esclarecer ao público as idéias, sob vários aspectos.
“Este esboço sobre a trajetória dos meus estudos no campo da economia política tende simplesmente a demonstrar que...
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