Resenha

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  • Publicado : 28 de junho de 2012
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Resenha do livro: Raízes do Brasil Autor: Sérgio Buarque de HolandaDE HOLANDA, Sergio Buarque raízes do Brasil. Coleção interprete do Brasil. Nova cultura. São Paulo-SP, 2001. Em 1936, Sérgio Buarque de Holanda publicou o livro: “Raízes do Brasil”, um livro que aborda temas sociais e psicológicos com um intuito político, econstituído sobre uma admirável metodologia dos contrários, que alarga e aprofunda uma reflexão latino-americana. Em vários níveis e tipos do real, nos vemos o pensamento do autor se construir pela exploração de conceitos polares. Num jogo de idas e vindas à nossa história, deixando claros os momentos que ele mais considera, Sérgio Buarque vai construindo um roteiro histórico no qual ele coloca o“homem cordial”, que nada mais é do que fruto de nossa história, o cordializo que está ligado ao ser solidário e uma das características da sociedade. Fronteiras da Europa: no primeiro capitulo do livro, raízes do Brasil de Sérgio Buarque ele mostra bem a questões dos países Ibéricos. A Espanha e Portugal são com a Rússia e os países balcânicos. Faziam fronteiras entre a Europa com o mundoatravés do mar usando o transporte hidroviário. Eles ficam um pouco à margem do resto da Europa mesmo nas navegações que foram pioneiros. Para os países Ibéricos cada homem tinha que depender de si próprio de seus esforços e suas virtudes. Eles não possuíam raízes feudais tão enraizadas, por isso a mentalidade da nascente burguesia mercantil se desenvolveu lá primeiro. Incluindo a isso, havia toda umafrouxidão na organização social que estarão muito presentes na história de Portugal e consequentemente do Brasil. Nesse primeiro capitulo Sergio Buarque faz uma breve citação do pensamento de santo Agostinho ele diz que a cidade terrestre que não vive da fé aspira à paz terrena e o fim que ela atribui á missão da autoridade e da sujeição entre cidades é que haja quanto aos interesses desta vidamortal, certo das vontades humanas. Também frisando q entre Espanhóis e portugueses a moral do trabalho representou sempre furto exótico. O pioneirismo de Portugal nas navegações se deve a um incentivo próprio, já que esse país tinha uma mentalidade mais aberta. No livro ele chega a defender a mentalidade burguesa e os países Ibéricos criticando a mentalidade da sociedade e privilégios. Os Ibéricosnão gostavam do trabalho físico, queriam ser senhores, mas sem ter que fazer o trabalho manual. Trabalho e Aventura: neste capitulo dividem-se em dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens que são os do aventureiro e do trabalhador. Os portugueses que foram os primeiros a chegarem ao mar eram os que estavam mais aptos para a missão no Novo Mundo. Existia umaética para esses dois principio tanto como o do trabalho como o da aventura. O aventureiro estava sempre mais em busca de novas descobertas com o olhar mais extenso e trabalho sempre com o olhar mais restrito. Aos poucos Sergio Buarque quebra um pouco a ideia de que a Inglaterra é sinônima de trabalho. Aos poucos o português vai se adaptando na América. Segundo Sérgio Buarque o português era um povovoltado mais para aventuras que de certa forma representava os descobrimentos, eles estavam mais interessados nas conquistas do que nos frutos em forma de trabalho que a colônia viria a oferecer. O espírito de aventura beneficiou muito o português que se adaptou melhor. o português vinha para a colônia buscar riqueza sem muito trabalho, pois era o mesmo costume que se fazia na índia encontravamlucro sem muito trabalho. O negro representou um fator necessário no desenvolvimento dos latifúndios à escravidão foi uma forma que a Europa conseguiu para concluir o que faltava na sua economia. Os índios não conseguiram se adaptar à escravidão o, os escravos brasileiros diziam que plantavam algodão exatamente como os índios norte-americanos plantaram milho, ou seja, os portugueses se...
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