RESENHA SOBRE O TEXTO 8 – “A HIDRA E OS PÂNTANOS - MOCAMBOS, QUILOMBOS E COMUNIDADES DE FUGITIVOS NO BRASIL (SÉCULOS XVII-XIX); DE FLÁVIO DOS SANTOS GOMES

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RESENHA SOBRE O TEXTO 8 – “A HIDRA E OS PÂNTANOS - MOCAMBOS, QUILOMBOS E COMUNIDADES DE FUGITIVOS NO BRASIL (SÉCULOS XVII-XIX); DE FLÁVIO DOS SANTOS GOMES

No texto 8 “A Hidra e os Pântanos” serão levantada questões em torno dos movimento de resistência dos quilombos e mocambos na capitania da Bahia. Revela a grande força de grupos de negros contra o domínio de seus senhores na luta pela liberdade.
O autor Flávio dos Santos analisa a grande possibilidade de os quilombolas coloniais baianos terem produzido uma espécie de campesinato negro, uma forma em que os escravos fugidos em conjunto de grupos sociais de base familiar se dedica a atividade agrícolas. Esses grupos quilombolas e mocambos trazia incômodo a muitas cidades baianas, a insegurança era uma delas. Muitos dos quilombos possuíam um grande número de fugitivos, cerca de 30 peça de escravos que muitas vezes saqueavam e causavam pânicos em algumas cidades e freguesias.
Para combater o número crescente de muitos mocambos em fuga na região baiana, patentes e mais patentes de capitães do mato foram expedidas, foram reunidas diversas expedições reescravizadoras e grupos de repressões com a ordem de punir severamente esses quilombolas, os negros que levantados em tropa sofreriam castigos adequado. A repressão com os capitães do mato foi temperada com enforcamento e esquartejamento dos quilombolas. Ao que consta o primeiro exemplo histórico de repressão a mocambos no Brasil acorre na Bahia em 1575. Muitas desses grupos de repressões contava com a participação de índios da tribo Potiguar que por várias vezes as ocasiões em que tropas de indígenas foram preparadas para invadir os quilombos, e libertos e livres de cor alistados em tropas militares e um padre que falasse a língua dos quilombolas na tentativa de negociar a rendição do quilombo. Os grupos de repressão encontraram grandes dificuldades na tentativa de destruir muitos dos quilombos. Tal fato se vem da organização da estrutural desses quilombos, um

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