Resenha do livro pedagogia da autonomia

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  • Publicado : 3 de abril de 2013
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INTRODUÇÃO

O presente trabalho consta da resenha do livro Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à pratica educativa de Paulo Freire. A referida obra consta de três capítulos que revelam o que é preciso para ensinar. Nesta resenha trabalharemos o capítulo I, intitulado Não há docência sem discência. A obra completa tem 141 páginas.
FREIRE, Paulo. Pedagogia daAutonomia: saberes necessários à pratica educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. ( Coleção leitura).

I. APRESENTAÇÃO
Nesta resenha serão apresentados no capítulo I : 1. Não há docência sem discência; 1.1 Ensinar exige rigorosidade metódica; 1.2 Ensinar exige pesquisa; 1.3 Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos; 1.4 Ensinar exige criticidade; 1.5 Ensinar exige estética e ética; 1.6Ensinar exige corporeificação das palavras pelo exemplo; 1.7 Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição de qualquer forma de discriminação; 1.8 Ensinar exige reflexão crítica sobre a pesquisa; 1.9 Ensinar exige o reconhecimento e a assunção da identidade cultural.
Consta-se nesta resenha, credencial da autoria, conclusões da autoria, metodologia e quadro de referências ecríticas, além das indicações da resenhista, bem como as considerações a cerca da importância deste trabalho para acadêmicos de pedagogia e interessados.

II CREDENCIAL DA AUTORIA
Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à pratica educativa de Paulo Freire. Foi escrito por Freire, pensando na formação docente, propondo a reflexão sobre as praticas educativas, e publicado em setembro de1996.
Outras obras do autor: pedagogia do oprimido, pedagogia da esperança, Cartas a Cristina e Educação e mudança.

III CONCLUSÕES DAS AUTORIAS
O autor faz uso de uma linguagem simples na qual resgata as idéias do educador o fazendo refletir sua pratica educativa,insiste na quebra de paradigmas nos quais educadores por anos ficaram presos, e diante de sua proposta sãoconvidados a uma mudança de atitude, a reconhecer que o trabalho pedagógico é pautado em duas vias: quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender, logo, já não cabe apenas o posicionamento, as manifestações do professor, mas envolve relações entre educador e educandos .

1. Não há docência sem discência:
Revela o autor que sua intenção é revelar saberes que o parecemindispensáveis a pratica docente de educadores, saberes que são demandados pela prática educativa em si mesma, qualquer que seja a opção política do educador ou educadora.
Que ensinar não é transmitir conhecimentos, conteúdos, nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado. Não há docência sem discência por que as duas se completam, umaé objeto da outra, assim: quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.

1.1 Ensinar exige rigorosidade metódica;
Ressalta o autor que o educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubmissão. Com isso deve trabalhar sua rigorosidade metódica ao aproximar-se do objetocognoscível , não é meramente transferir o discurso “bancário”, mas avançar , não tornar-se um intelectual memorizador, que fala bonito, mas ao domina o conhecimento, pensa errado, equivoca-se nas idéias. p 27.
O professor que pensa certo deixa transparecer aos educandos que uma das bonitezas de nossa maneira de estar no mundo e com o mundo, como seres históricos, é a capacidade de,intervirindo no mundo, conhecer o mundo. p. 28.

1.2 Ensinar exige pesquisa;
Segundo o autor não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino, ambos encontram-se no corpo do outro.
A pesquisa gera uma série de ações: pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade....
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