Relatorio de concreto

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PREFEITURA DO RECIFE

DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA EMITENTE

SECRETARIA DE SERVIÇOS PÚBLICOS
REFERÊNCIA

EMPRESA DE MANUTENÇÃO E LIMPEZA URBANA
DATA

VOLUME 12 / ME-21

ASSUNTO: MÉTODOS DE ENSAIOS PARA PAVIMENTAÇÃO DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ARGILA EM TORRÕES NOS AGREGADOS

2003

ME-21 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ARGILA EM TORRÕES NOS AGREGADOS

DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃOEXTERNA

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PREFEITURA DO RECIFE

DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA EMITENTE

SECRETARIA DE SERVIÇOS PÚBLICOS
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EMPRESA DE MANUTENÇÃO E LIMPEZA URBANA
DATA

VOLUME 12 / ME-21

ASSUNTO: MÉTODOS DE ENSAIOS PARA PAVIMENTAÇÃO DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ARGILA EM TORRÕES NOS AGREGADOS

2003

ÍNDICE

PÁG.

1. INTRODUÇÃO............................................................................................... 3 2. OBJETIVO ..................................................................................................... 3 3. REFERÊNCIAS E NORMAS COMPLEMENTARES ..................................... 3 4. APARELHAGEM ........................................................................................... 3 5.AMOSTRAS................................................................................................... 4 6. EXECUÇÃO DO ENSAIO.............................................................................. 5 7. CÁLCULOS ................................................................................................... 6

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EMPRESA DE MANUTENÇÃO ELIMPEZA URBANA
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VOLUME 12 / ME-21

ASSUNTO: MÉTODOS DE ENSAIOS PARA PAVIMENTAÇÃO DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ARGILA EM TORRÕES NOS AGREGADOS

2003

1. INTRODUÇÃO Este método de ensaio adotado pela PCR tem por base a norma NM-44 de 1996 do “Comite MERCOSUR de Normalizacion”.

2. OBJETIVO Este método de ensaio tem por objetivo a determinação do teor de argila e partículas friáveis nosagregados.

3. REFERÊNCIAS E NORMAS COMPLEMENTARES Na aplicação deste método, é necessário consultar: • NM-46:95 – Agregados – Determinação do material fino que passa através da peneira 75 µm por lavagem; • NBR-NM-ISO 3310-1:97 – Peneiras de ensaio – Requisitos técnicos e verificação. Parte 1 – Peneiras com tela de tecido metálico.

4. APARELHAGEM a) Balança Deve ter precisão de 0,1% da massa daamostra de ensaio, permitindo pesar qualquer carga dentro de seus limites de utilização.

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2003

b) RecipientesDevem ser inoxidáveis, com dimensões e forma que permitam espalhar a amostra em uma camada delgada em seu fundo. c) Peneiras Devem cumprir com o que especifica a NBR-NM-ISO 3310-1:97. d) Estufa Deve prover livre circulação de ar e ser capaz de manter a temperatura no intervalo de 100°C ± 5°C.

5. AMOSTRAS O agregado ensaiado por este método consiste no material retido na peneira 75 µm, de acordocom a NM 46:95 do “Comite Mercosur de Normalizacion”. Para obter as quantidades indicadas na seqüência, pode ser necessário combinar o material proveniente de mais de uma determinação, realizada de acordo com a NM 46:95. O agregado deve ser seco até massa constante à temperatura de 110°C ± 5°C. As amostras de agregado miúdo devem consistir nas partículas retidas na peneira 1,18 mm e não devem termassa inferior a 25 g. As amostras de agregado graúdo devem ser separadas em frações, utilizando as peneiras: 4,75 mm; 9,5 mm; 19,0 mm e 37,5 mm. A amostra de ensaio não deve ter massa inferior à definida no Quadro 1.

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