psicanalise

2634 palavras 11 páginas
INTRODUÇÃO:
Esse trabalho tem como objetivo apresentar um breve entendimento sobre o que é e como funciona a identificação projetiva, termo esse que foi cunhado pela psicanalista Melanie Klein.
Melanie percebeu essa identificação quando estudava a posição esquizoparanóide (0-4 meses). Para ela, o bebê projeta seu self para um objeto (seio) e para afastar seus medos e ansiedades ele processa a cisão desse objeto, ou seja, a criança não enxerga a mãe e sim o seio, e dessa forma, ela acaba se apoderando daquilo que é necessário e não precisará correr o risco da separação.
Depois dos quatro meses o bebê começa a ter noção do outro e se vê diante da ambivalência de amar e odiar aquela que o alimenta e ao mesmo tempo, a que o faz esperar, essa é a posição depressiva. É comum daí em diante, a criança começar a fazer a identificação projetiva de forma mais saudável, se vendo com uma relação de objeto total.

CONCLUSÃO:
Vimos que existem diversos tipos de identificação projetiva e que elas estão sempre presentes em nosso cotidiano, às vezes de forma mais sucinta, às vezes de forma mais clara, mas ao decorrer de nossas vidas, elas continuarão ocorrendo, claro, que de maneira bem mais moderada, já que o individuo começara a aceitar e conviver com as ambivalências do seu dia-a-dia, e também dependendo de qual posição a pessoa está essa identificação pode acontecer de maneiras diferentes.
Quando a criança passa da posição esquizoparanóide para a posição depressiva ele consegue fazer essa identificação de forma mais saudável, introjetando aquilo que é bom e conseguindo se separar disso quando necessário. No entanto há pessoas adultas que permanecem na esquizoparanóide e ainda se prendem ao egoísmo de ter o objeto para si, acarretando assim certa ameaça ao ego.
E por fim, concluímos que para facilitar que a criança passe para a posição depressiva é necessário que ela tenha um ambiente facilitador, e uma mãe que configure, organize e

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