Proposta: Atividades para as oficinas do Projeto Ler para Aprender para o ensino fundamental.

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
CURSO DE LETRAS
4a série








Proposta: Atividades para as oficinas do Projeto Ler para Aprender para o ensino fundamental.






TAYNARA LEAO SEGURADO RA 7533592508








Desafio Profissional entregue como requisito para conclusão das disciplinas “Sintaxe _ Métodos e Abordagens no Ensino de Língua Portuguesa _ Literaturainfantojuvenil”, do curso de Letras, sob orientação do Tutor EAD Nivaldo Barbosa






NITEROI/UNIPLI
2015
1.0 _ Introdução
A interação em sala de aula é primordial para que o aprendizado dos alunos transcorra de forma prazerosa e completa, desde que o professor garanta um embasamento teórico e pratico compatíveis com as demandas dos aprendizes. A aprendizagem se dá de forma plena quando osalunos tem a possibilidade de experimentar e comprovar suas descobertas.
De acordo com Campos, apud Tsui,1995,
“A interação entre professores e alunos na sala de aula se constitui como um dos principais elementos no processo de ensino-aprendizagem, sendo que sua compreensão não apenas facilita este processo como também influi na sua qualidade.” (1)
Exercitar a dialética em sala de aula faz com queo professor proponha um método de pensamento que é baseado em contradições. O que acarreta no despertar da discussão, pesquisa para embasamento e catarse de conhecimento e soluções para problemas advindos do trabalho em equipe. Ao ser aplicada em disciplinas como o de língua portuguesa, a dialética possibilita ao aluno compreender o verdadeiro sentido do que está sendo proposto pelo docente.Segundo Piaget, apud La Taille, 1992 que afirma que “a inteligência humana somente se desenvolve no individuo em função de interações sociais que são, em geral, demasiadamente negligenciadas.” Porem, há de se observar o contexto social em que o aluno está contido para que essa interação seja plena e benéfica para ambos os lados.
Através da leitura e discussão dos conceitos e significados domaterial lido, o docente tem em mãos um leque de possibilidades para trabalho com os alunos. Em um texto de aventura, pode-se desdobrar uma miríade de exercícios envolvendo a sintaxe, a interpretação de textos, os gêneros textuais e a escrita por exemplo.
De acordo com Lima,
“Ler é olhar o mundo para enxergar mais além do que o nosso interior. É entender o processo coletivo. É observar a tribo paraanalisar a globalização. É ler imagens para ultrapassar a aventura. É aventurar-se pelos escaninhos mais recônditos do subconsciente para entender a lucidez dos discursos que untados em votos (eletrônicos para serem modernos) prometem zerar qualquer coisa.” (2)
O escritor argentino Alberto Mangel, entende a leitura como forma de decifrar sinais, interpretar códigos e se expressa:
Eu vejo a leituranão apenas como um modo de entender textos, mas também de decifrar sinais. O ser humano é um decifrador de sinais. Nós interpretamos até mesmo códigos que não são feitos para serem lidos, como o relevo, o céu, o rosto das pessoas. (3).
Segundo as orientações dos PCNs: “Um leitor competente é alguém que, por iniciativa própria, é capaz de selecionar, dentre os trechos que circulam socialmente,aqueles que podem atender a uma necessidade sua. Que consegue utilizar estratégias de leitura adequada para abordá-los de formas a atender a essa necessidade”.(PCN de Língua Portuguesa de 5ª a 8ª Série, 1998; p. 15).
Ainda afirma que, “As atividades de leitura espontânea e de contar aos colegas o livro lido são sugeridas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais:
“O professor deve permitir quetambém os alunos escolham suas leituras. Fora da escola, os leitores escolhem o que leem. É preciso trabalhar o componente livre da leitura, caso contrário, ao sair da escola, os livros ficarão para trás”. (PCNs, 1998; p. 17)
Outro aspecto importante destacado pelos PCNs é que a escola “deve organizar-se em torno de uma política de formação de leitores. Todo professor, não apenas o de Língua...
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