Projeto telhamento

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Ref. ESTEVES, RICARDO Cenários Urbanos e Traffic Calming [Rio de Janeiro] 2003 XI, 165 p. 29,7 cm (COPPE/UFRJ, D.Sc., Engenharia de Produção, 2003) Tese - Universidade Federal do Rio de Janeiro, COPPE

FEA – FUMEC – Engenharia de Transporte e Trânsito Prof. José Carlos Ervilha

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FUNÇÃO DO TRANSPORTE O transporte tem a “função” de prover mobilidade a pessoas e bens, além deacessibilidade a locais e atividades, possibilitando a circulação nas áreas urbanas e entre cidades.

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A pé Bicicleta Moto Automóvel Caminhão Ônibus Avião (Helicóptero) Embarcações ( Navios)

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Trem ( Metrô ) Bonde (Tranvia) Teleférico Monorail (Monotrilho) Duto Tração humana Tração animal Elevador









Apesar dos efeitos ambientais positivos(oferta de mobilidade e acessibilidade), o transporte produz impactos negativos no ambiente. Um dos aspectos mais críticos neste processo refere-se: ao volume e velocidade (e comportamento de um modo geral) do tráfego e ao uso intensivo de veículos particulares.





O desejo por mobilidade e a necessidade de ter acesso aos locais e atividades formam um aspecto fundamental na qualidade devida das pessoas e das sociedades. Contudo, a forma como esta mobilidade é exercida, pode fazer uma grande diferença na relação que os indivíduos e grupos sociais tem com o ambiente onde vivem.



Estudos sobre o uso de automóveis têm apresentado tendências de intensificação, apesar dos problemas apontados e esforços em contrário .



Além disso, até mesmo as vantagens que a utilizaçãodos automóveis propicia, em termos de privacidade, segurança e flexibilização de origens, destinos e horários tem decrescido em função da intensificação do seu uso e do cenário de congestionamento provocado por este quadro.

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Uma abordagem tradicional para acomodar o grande número de veículos nas vias tem sido: a de oferecer cada vez mais espaço viário, para a circulação e aestocagem (estacionamentos) de veículos motorizados, tentando, ao mesmo tempo, mitigar os impactos ambientais produzidos pelo trânsito.



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Todavia, esta é uma prática insustentável na medida em que o estoque de espaço urbano não é infinito e seu uso indiscriminado tende a produzir problemas diversos para as cidades, tanto no curto quanto nos médio e longo prazos.



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Asopções no nível da formulação de políticas podem ser divididas entre ações voltadas para: a evolução tecnológica e esforços direcionados para o gerenciamento



No que se refere às ações voltadas para a evolução tecnológica pode-se perceber que não existe nenhum efeito significativo previsto para o curto prazo.





Apesar dos programas voltados para a utilização mais eficiente doscombustíveis fósseis, consumo de combustíveis alternativos renováveis, ou mesmo de fontes energéticas limpas, nota-se uma lenta evolução ou mesmo resistência por parte das grandes corporações econômicas envolvidas na atividade de transporte (montadoras de veículos e distribuidoras de derivados de petróleo).



Assim, as ações cujos efeitos são desejados para os prazos mais curtos estão voltadaspara o gerenciamento dos fluxos de tráfego. Entre estas ações podem ser destacadas :



Reescalonamento de horários e, conseqüentemente diluição da demanda por viagens ao longo do tempo; Redistribuição das atividades no espaço, criando pólos geradores de tráfego alternativos, mais diluídos através de novas centralidades urbanas, descongestionando pares de origem-destino;







Estabelecimento de restrições ou pedágios na circulação em determinadas áreas e horários; Atração de consumidores de viagens urbanas para modos coletivos, menos poluidores; Estabelecimento de sistemas estruturais tronco-alimentados, com a utilização nos eixos principais de tecnologias de alta capacidade sobre trilhos, menos poluidoras ainda;



Estímulo à realização de viagens por...
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