Principios contabeis

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PRINCIPIOS E CONVENÇÕES CONTÁBEIS





São Gonçalo
2012
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PRINCÍPIOS E CONVENÇÕES CONTÁBEIS


Trabalho apresentada à Disciplina de Teoria da Contabilidade do curso de Ciências Contábeis da Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO, como parte dos requisitos para aprovação em disciplina.Orientador: Professor Marcelo Travassos
Mestre em Educação



São Gonçalo
2012
SUMÁRIO


1 INTRODUÇÃO............................................................................................ 3

2 QUANDO UM PRINCÍPIO CONTÁBIL É ACEITO..................................... 4

3 AINDA SOBRE APRATICABILIDADE...................................................... 4

4 ALGUNS PRINCÍPIOS E CONVEÇÕES CONTABÉIS ACEITOS............. 5

5 O QUE SÃO CONVENÇÕES..................................................................... 9

6 CONCLUSÃO............................................................................................. 14

7 REFERÊNCIAS.......................................................................................... 15Introdução


1 O que são Princípios Contábeis


Princípios contábeis podem ser conceituados como premissas básicas acerca dos fenômenos e eventos contemplados pela Contabilidade, premissas que são a cristalização da análise e observação da realidade econômica, social e institucional.

O campo de atuação preferencial da Contabilidade é constituído pelasentidades, sejam elas de finalidade lucrativa ou não, e procura captar e evidenciar as variações ocorridas na estrutura patrimonial e financeira, em face das decisões da administração e também das variáveis exógenas que escapam ao controle e ao poder de decisão da administração.

Note que, entre as variáveis que mais têm preocupado os administradores, uma é a inflação, e outras as próprias flutuaçõesde preços atinentes especificamente a cada bem e serviço.

No âmbito dessa complexa realidade, o observador analisa as características principais do sistema e chega a certas conclusões quanto a seu funcionamento. Tais conclusões, se aceitas pela classe contábil, tornam-se os princípios aos quais toda a prática contábil e principalmente os processos de auditoria devem ater-se. Por outrolado, o observador, uma vez verificada alteração profunda nas condições que o levaram a estabelecer a primeira série de princípios, tem a incumbência de proceder a uma nova análise da situação e modificar, adaptar ou mesmo substituir os princípios originais por outros mais concordes com a nova realidade.

A função de observador é hoje desempenhada pelas entidades de classe, pelos comitêsespecialmente designados, e, finalmente, pelas comissões especiais de conferências e convenções internacionais (ou por agências governamentais).

O processo evolutivo exposto, isto é, o estabelecimento dos princípios que se adaptam a certa realidade factual com base na nova análise da realidade, toda vez que se verificam mudanças significativas com a conseqüente revisão dos velhos princípios, érealmente o processo que nos parece ideal e lógico.




















2 Quando um Princípio é Aceito


São duas as condições básicas para que um princípio supere a fase tentativa e se transforme em "amplamente aceito" e, portanto, incorporado à doutrina e prática contábeis.


1. Deve ser considerado praticável e objetivo pelo consenso profissional;
1. Deve serconsiderado útil.

Note que a ordem de classificação não é fruto do acaso: de fato, alguns contadores com poder de decisão a respeito desses assuntos, atribuem algumas vezes mais importância à praticabilidade de um princípio do que à sua utilidade intrínseca. E em Contabilidade, a palavra utilidade deveria sempre estar associada ao termo relevância.

Algumas vezes, atribuiu-se ao termo...
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