Politica macroeconomica

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FACULDADE DE TECNOLOGIA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
CURSO COMÉRCIO EXTERIOR
CAMPUS TATUAPE

AS CONECXOES DO BRASIL COM O MUNDO ÁRABE EO ISLÂMISMO

PROFESSOR: CLAUDIO BENOSSI

ALUNO: Leonardo Antowan Celeste
RA: 0119380

São Paulo – BR/NOV/ 2012
INTRODUÇÃO

Este Trabalho visa primeiramente apresentar a historia do território que hoje conhecemos como mundo árabe e demonstrar opotencial mercado consumidor que este publico representam, desde que os vendedores em potencial se adequem aos costumes, crenças e tradições milenares que este povo defende ferrenhamente, entendendo em que o Brasil pode se beneficiar estreitando os laços com este mercado consumidor.

BRASIL E O MUNDO ÁRABE
Há uma grande diversidade no mundo Árabe que se traduz em acentuadas divergênciaspolítico-culturais, religiosa e até étnicas. Quando falamos de Mundo Árabe, estamos nos referindo à existência de um projeto específico de reconstrução de uma nação árabe, projeto esse que teve o entre guerras como momento inicial.
Quando se afirma que existe algo chamado mundo árabe (ou nação árabe, a chamada Umma), afirma-se uma construção social específica, baseada em leituras particulares com umreferencial na história, na etnia, na língua e na religião que são reivindicadas com sendo comuns.
Os movimentos, primeiro, do partido Baa’t na Síria e, depois, do Nasserismo não foram (e, no caso do primeiro, não tem sido) nada mais que versões específicas de pan-arabismo misturado com socialismo (justiça social e econômica), tudo no tempero árabe, ou seja, respeitando as tradições e o papel central dareligião na sociedade. A criação da Liga dos Estados Árabes em 1945 pode ser considerada a esse respeito um momento histórico.
Mas a idéia de uma nação árabe não é consensual nem dentro nem fora do mundo árabe. Essa contestação se dá, sobretudo, pelas minorias (cristão, judeus, curdos e berberes, principalmente). Entre os muçulmanos, que constituem a maioria dos árabes, há uma variedade não apenasem termos das duas grandes famílias religiosas (sunitas e xiitas), mas também em termos de escolas religiosas (Hanafi, Hanbali, Maliki e Shafi’i).
Os ativistas islâmicos que questionam o caráter particular de identidade árabe contrapõem-na a uma identidade mais ampla, a Identidade Muçulmana (pan-Islamismo).
Em paralelo, a identidade árabe tem sido construída em função da negação de dois“outros”: o Estado de Israel de forma particular e o Ocidente de maneira mais geral.
A criação do Estado de Israel em 1948 tem uma importância crucial na formação da identidade árabe, pois, se significou uma derrota militar e política (chamada Nakba ou Tragédia), a autovitimização e a percepção de uma conspiração Ocidental contra os países árabes passaram fazer parte do imaginário árabe com a crise do Sinaiem 1956 (simbólica por ter juntado Israel a duas antigas potências coloniais enxergadas como inimigas, França e Inglaterra).

Aviões da Embraer cruzam os ares de países do Oriente Médio, construtores brasileiros prospectam negócios de olho na Copa do Mundo do Catar em 2022, mineradores fecham contratos de exportação, e o agronegócio verde-amarelo amplia suas vendas para os países do mundo árabede olho em um mercado que importa por ano cerca de US$ 80 bilhões em alimentos.

Do lado inverso, empresas brasileiras importam petróleo e derivados, fertilizantes e material bruto para construção civil da região, que reúne mais de 300 milhões de habitantes. O dinamismo tem razão: o comércio bilateral entre Brasil e os países árabes nunca esteve tão em alta, e as perspectivas para os próximosanos são bastante promissoras, com a expectativa de crescimento da renda média das nações árabes e alta de 4% do PIB da região nos próximos dez anos.

Entre janeiro e setembro, as exportações para a região somaram US$ 10,6 bilhões, queda de 3,4% em comparação anual, mas um recuo inferior ao registrado nos embarques totais do país no período, que caíram cerca de 5%. Apenas o resultado das...
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