Pilhas e baterias: descarte x meio ambiente

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Pró-Reitora de Graduação
Introdução à Educação Superior
Projeto de Pesquisa

PILHAS E BATERIAS: DESCARTE X MEIO AMBIENTE

Brasília, 01 de Junho de 2012.

INTRODUÇÃO
O Brasil produz 4 mil toneladas de lixo eletrônico por hora, dentro deste destacam-se pilhas e baterias. A falta de comunicação entre a sociedade e o governo tem causado ao mundo grande impacto ambiental.
O descarteinadequado desses produtos causam grandes danos ao lençol freático alguns desses são compostos de metais pesados, como o chumbo, mercúrio, níquel e cádmio, são capazes de causar doenças renais, câncer e problemas relacionados no sistema nervoso central.
Sabemos onde comprar uma pilha ou uma bateria, mas não sabemos onde descarta-la. Uso e descartes de baterias e pilhas requerem cuidados especiaisnão devem simplesmente ser jogadas no lixo. Como o uso destes é bem comum, desenvolvemos este projeto com o intuito de estimular as pessoas a tomarem cuidados específicos com esses produtos ao descarta-los. Uma solução para diminuir a contaminação desses produtos com o meio ambiente seria a divulgação a comunidade expondo os seus perigos e ensinando que existem pontos de coletas dos mesmos.
Nestetraremos de forma objetiva maneiras para você leitor saber como descartar de forma consciente suas pilhas e baterias, para proporcionar uma melhor qualidade de vida diariamente, sem precisar ir muito longe.

PILHAS E BATERIAS
Atualmente, as pilhas e baterias são tão importantes em nosso cotidiano que é difícil imaginarmos como seria a vida sem elas. Estão presentes em computadores, relógios,equipamentos médicos tipo marca-passos, telefones, calculadoras, rádios, automóveis, etc. No Brasil, o termo bateria refere-se a dispositivos industriais, automobilísticos e equipamentos médicos, por exemplo, enquanto o termo pilha refere-se os dispositivos de uso doméstico.
Os avanços tecnológicos no desenvolvimento de pilhas fazem parte de patentes industriais, cujos segredos não são revelados aopúblico. Mas todo esse avanço tecnológico, que vem acompanhando o desenvolvimento das pilhas ao longo dos anos, não teria ocorrido se há 200 anos o Físico italiano Alessandro Volta (1745-1827) não tivesse inventado a primeira pilha elétrica, que era constituída por um conjunto de placas de zinco e de cobre, empilhadas alternadamente e separadas por algodão embebido numa solução de ácido sulfúrico.A construção dessa pilha trouxe, na época, consequências extremamente positivas para o crescimento da ciência, pois ajudaria a desenvolver os fundamentos da eletricidade e abrir caminho para a construção dos diversos tipos de pilhas que existiram ao longo do tempo até evoluírem aos modelos que existem atualmente.
Não é novidade para ninguém que as pilhas e baterias que fazem os aparelhoseletroeletrônicos funcionarem deve ser trocado de tempos em tempos. O problema está na hora de elimina-las. Por incrível que pareça, ainda há gente que joga as pilhas no lixo comum, sem se preocupar com os prejuízos que essa atitude pode causar ao meio ambiente. As pilhas são compostas, em sua maioria, por metais pesados como zinco, chumbo, manganês e mercúrio, as pilhas não devem ser jogadas no lixocomum, já que seus elementos tóxicos contaminam o solo, o lençol freático e, no final das contas, o próprio homem.
De acordo com o educador ambiental Edy Lopes, no planalto as pilhas comprometem a área de agricultura: “Elas acabam sendo jogados a deriva na área de várzea e o prejuízo é ainda maior porque compromete tanto o solo quanto a água devido à subida e descida das águas”, informou o educador.Os danos à saúde podem aparecer na forma de problemas cardíacos e pulmonares, distúrbios digestivos, osteoporose, disfunção renal e depressão. Somado ao fato de que as pilhas demoram até 500 anos para serem absorvidas pelo ambiente, e que no Brasil, por ano, são descartadas 170 milhões de pilhas, o problema passa a ser grave.
Tal situação é agravada aqui, no Brasil, pela venda irregular de...
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