Patologia

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Parasitologia

Profª Elaine Telino Fernandes (telinofernandes@yahoo.com)

Erica Aparecida dos santos (ericalamoglia@ig.com.br)

Bibliografia Recomendada
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ASH, L.R. & ORIEL, T. C. Atlas of Human Parasitology. 4o Ed. American Society of Clinical Pathologists. Chicago. 410 p. 1997. DE CARLI, G. A. Diagnóstico Laboratorial das Parasitoses Humanas.Métodos e Técnicas. Medsi. Rio de Janeiro. 315 p. 1994. DE CARLI, G. A. Parasitologia Clínica. Seleção de Métodos e Técnicas de Laboratório para o Diagnóstico das Parasitoses Humanas. Atheneu. São Paulo. 810 p. 2001. FAUST, E.C.; BEAVER, P.C. & JUNG, R.C. Agentes e Vetores Animais de Doenças Humanas. 4O Ed. Fundação Calouste Guilbenkian. Lisboa. 626 p. 1987. HENRY, J.B. Diagnósticos Clínicos eTratamento. Por Métodos Laboratoriais. 18O Ed. Manole. São Paulo. 1678 p. 1995. KONEMAN, E. W. Diagnóstico Microbiológico. 5O Ed. Texto e Atlas Colorido. Medsi. São Paulo. 1465 p. 2001. LEVENTAL, R. & RUSSEL, F. C. Parasitologia Médica. Texto e Atlas. 4O Ed. Editorial Premier. São Paulo. 160 p. 1997. LIMA, 0.; SOARES, B.; GRECO, B.; GALIZZI, J. & CANÇADO, J. R. Métodos de Laboratório Aplicados àClinica. Técnica e Interpretação. 7O Ed. Guanabara Koogan. Rio De Janeiro. 1992. NETO, V. A . & CORRÊA L. L. Exame Parasitológico de Fezes. 5O Ed. Sarvier. São Paulo. 92 p. 1991. NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 8O Ed. Atheneu. Rio De Janeiro. 501 p. 1991. REY, L. Parasitologia. Parasitos e Doenças Parasitárias do Homem na Américas e na África. 2O Ed. Guanabara Koogan. Rio De Janeiro. 731 p.1991.

Sites
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www.dpd.cdc.gov/DPDx/HTML/Image_Library.htm www.dpd.cdc.gov/dpx/ www.med-chem.com www.ncbi.nim.nih.gov/entrez/query.fcgi (NCBI National of Medicine (PubMed) www.fiocruz.br www.bireme.br Centro Latino Americano e do Caribe de Informação em Ciência e Saúde www.Ksu.edu/parasitology (Kansas State University –Parasitology Library www.medstudents.com.br Parasitismo
entre dois elementos de espécies diferentes onde um deles apresenta uma deficiência metabólica (parasito*) que faz com que se associe por período significativo a um (hospedeiro) visando suprir tal carência”.
“ Relação

*O termo parasito, e não parasita, parece ser o mais correto, quando nos referimos ao espoliador, na relação biológica de parasitismo.http://usuarios.cultura.com.br/jmrezende/parasito.htm

Âmbitos da Parasitologia
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Todos os vírus Bactérias Fungos Protozoários Helmintos Artrópodes

Entretanto, para fins didáticos, o estudo da parasitologia médica se restringe apenas a relação entre os organismos eucariontes espoliadores e o homem. – Protozoários – Helmintos

Parasitoses Intestinais – Incidência 1
• Brasil: (+ frequentes) Ascaris lumbricoides,Giardia lamblia e Trichuris trichiura.
(Cimerman S., Cimerman B. Conceitos em Infectologia. São Paulo, Atheneu, 2004)

• Imunodeprimidos: Isospora belli, cyclospora cayetanensis, Cryptosporidium parvum, Giardia lamblia e Strongyloides stercoralis
(Cimerman S. et al. : Prevalence Parasitic Inf. In Patients with AIDS in Brazil. Int. J. Infect. Dis. 1999;3:203-6)

Parasitoses Intestinais –Incidência 2
Diminuição incidência de 1970-2000 Ferreira et al., Saúde Pública, 2000;34 (suppl 6) 73-82

“ Antihelminticos consecutivos reduzem a prevalência e a carga parasitária; porém, sem melhorias sanitárias, os índices de prevalência revertem aos originais.”
Camillo – Coura, 1985

Origem do Parasitismo










Registros históricos 3.000 a 5.000 AC Paleoparasitologia300 espécies de helmintos 70 espécies de protozoários 280 raros e/ou acidentais 90 espécies parasitam humanos

História da Parasitologia Humana
Impacto das parasitoses nas populações humanas
(Impedindo a colonização e o desenvolvimento de agricultura, etc. em determinadas regiões geográficas)

• Migração humana x distribuição das doenças.
• Condições sócio-econômicas e educacionais x...
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