Modelagem em software bioscreen

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UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL – UCS
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIAS
CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL


VANESSA MISSIAGGIA






ESTUDO DE CASO UTILIZANDO O SOFTWARE BIOSCREEN NA MODELAGEM DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS












CAXIAS DO SUL
2012


VANESSA MISSIAGGIA









ESTUDO DE CASO UTILIZANDO O SOFTWAREBIOSCREEN NA MODELAGEM DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS




Relatório desenvolvido para a disciplina de Modelos de Qualidade em Sistemas Ambientais, ministrado pelo Professor André Lovatel.







CAXIAS DO SUL
2012

INDÍCE

1. INTRODUÇÃO 6
1.1 OBJETIVO 8
2 ASPECTOS LEGAIS 8
1. MODELO UTILIZADO NAS SIMULAÇÕES 8
4.1 CONCEITO 9
4.2 MATEMÁTICO 9
4.2.1 Mecanismo deTransporte 10
4.2.2 Mecanismos de atenuação 15
4.3 FUNCIONALIDADES 18
4.4 APLICABILIDADE 19
4.5 LIMITAÇÕES 19
5. REGIÃO DE ESTUDO 19
5.1 Dados Climáticos e de Cobertura Vegetal 21
6. CENÁRIOS 21
6.1 Cenário 1 23
6.2 Cenário 2 23
6.3 Cenário 3 24
6.4 Cenário 4 25
7. RESULTADOS 26
7.1 Cenário 1 26
7.2 Cenário 2 29
7.3 Cenário 3 31
7.4 Cenário 4 34
8. CONCLUSÕES ERECOMENDAÇÕES 37
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 38








INDÍCE DE FIGURAS
Figura 1 – Mecanismo 10
Figura 2 - Mecanismo de advecção 11
Figura 3 - Mecanismo de Difusão 12
Figura 4 - Massa de soluto introduzida instantaneamente no aqüífero – espalhamento do soluto com o tempo devido ao efeito da difusão 12
Figura 5 - Mecanismo de dispersão 13
Figura 6 - Espalhamento docontaminante ao longo de qualquer direção do fluxo 14
Figura 7 - Fatores que causam a dispersão mecânica longitudinal 15
Figura 8 - Massa de soluto introduzido no aqüífero - forma da pluma sob efeito da dispersão hidrodinâmica ao longo do tempo 15
Figura 9 - Classificação das reações químicas que podem ocorrer durante o transporte de soluto. 16
Figura 10 - Localização do Cenário 21Figura 11 - Dados de entrada no modelo BIOSCREEN para o cenário 1. 23
Figura 12 - Dados de entrada do no modelo BIOSCREEN para o cenário 2. 24
Figura 13 - Dados de entrada no modelo BIOSCREEN para o cenário 3. 25
Figura 14 – Dados de entrada no modelo BIOSCREEN para o cenário 4. 26
Figura 15 - Tabela e gráfico obtido com os três tipos de modelos onde está descrita a evolução da pluma decontaminação através da concentração versus distância da fonte. 27
Figura 16 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo sem degradação. 27
Figura 17 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo de decaimento de 1ª ordem. 28
Figura 18 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo de degradação instantânea. 28
Figura 19 - Tabela e gráfico obtido com os três tipos de modelos onde está descrita a evoluçãoda pluma de contaminação através da concentração versus distância da fonte. 29
Figura 20 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo sem degradação. 30
Figura 21 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo de decaimento de 1ª ordem. 30
Figura 22 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo de degradação instantânea. 31
Figura 23 - Tabela e gráfico obtido com os três tipos de modelos onde estádescrita a evolução da pluma de contaminação através da concentração versus distância da fonte. 32
Figura 24 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo sem degradação. 32
Figura 25 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo de decaimento de 1ª ordem. 33
Figura 26 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo de degradação instantânea. 33
Figura 27 - Tabela e gráfico obtido com os três tiposde modelos onde está descrita a evolução da pluma de contaminação através da concentração versus distância da fonte. 34
Figura 28 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo sem degradação. 34
Figura 29 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo de decaimento de 1ª ordem. 35
Figura 30 - Tabela e gráfico 3 D obtida com o modelo de degradação instantânea. 35




INDÍCE DE TABELAS...
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