Massas de ar que atingem o continente sul-americano

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO

Nome: Marcos Vinícius Mateus
Data: 04/05/2012

FICHAMENTOS – ARTIGO CIENTÍFICO

GRUPO NÚMERO: CLIMATOLOGIA | FICHAMENTO NÙMERO: 01 |
Assunto genérico: Massas de ar que atingem o continente Sul-Americano |
Referência: MARENGO, J. A.; SELUCHI, M. 1998. Tropical-Mid Latitude Exchange of Air Masses during summer and winter in South America:Part. I: Some climatic aspects, Int. J. Climatol, 20: 1167-1190. |
Resumo: * Este trabalho descreve alguns aspectos climáticos das trocas de massas de ar tropicais e subtropicais na América do Sul, as regiões preferenciais onde essas trocas acontecem, algumas de suas possíveis origens e seus efeitos mais importantes sobre o clima regional, com base em dados de medidas médias anuais de algumasvariáveis dinâmicas e termodinâmicas. |
Metodologia: * Foram utilizados dados do NCEP (National Centers for Environmental Prediction) e do NCAR (National Center for Atmospheric Research), que fazem parte do NWS (U.S. National Weather Service), de velocidade do vento, temperatura potencial, altura geopotencial, umidade absoluta, radiação solar e precipitação.Principais resultados: * No ladode barlavento dos Andes há um fluxo de vento para o norte que contribui para a introdução de massas de ar polar em latitudes equatoriais, enquanto no lado de sotavento os ventos de nordeste são para o sul, criando um contraste na componente meridional do vento. * Pelo efeito de Foehn, o ar que vem de oeste é obrigado a subir as altas cadeias dos Andes formando chuvas orográficas e por isso abarlavento o clima é frio e úmido e a sotavento é quente e seco. * As trocas entre as massas de ar se dão principalmente ao leste da Cordilheira, com máximo na a zona de baixa pressão de Chaco (nordeste da Argentina), e eventualmente na zona de alta pressão do Atlântico, com formação de anticiclones. * A (ZCAS) Zona de Convergência do Atlântico Sul estabelece um padrão de circulação que influi nageração de instabilidade convectiva na Amazônia e no Brasil Central.Conclusão: * A variabilidade do transporte meridional é maior no lado de sotavento da Cordilheira dos Andes, devido ao efeito de canalização da serra, o que favorece a atividade baroclínica e permite um intercâmbio ativo de massas de ar em ambos os sentidos, especialmente durante o inverno. |
GRUPO NÚMERO: CLIMATOLOGIA |FICHAMENTO NÙMERO: 02 |
Assunto genérico: Massas de ar que atingem o continente Sul-Americano |
Referência: NIMER, E., 1964, Circulação atmosférica do Nordeste e suas consequências – O fenômeno das secas, Revista Brasileira de Geografia, n. 2. |
Resumo: * Com a intenção de entender as prováveis causas da seca no Nordeste, foram estudados os movimentos das massas de ar na região epercebeu-se que haviam comportamentos diferentes em anos diferentes, e a circulação das massas de ar poderia ser dividida em normal, que depende principalmente das estações do ano, e secundária, que depende da força das frentes polares. |
Metodologia: * Foram analisados dados da literatura, principalmente os trabalhos de Adalberto Serra sobre a meteorologia da América do Sul.Principais resultados: *Há uma circulação normal das massas de ar que depende da estação do ano: quando é verão no hemisfério norte a FIT (Frente Intertropical) está mais afastada do sul e assim há secas no Nordeste, quando é verão no hemisfério sul a FIT está mais próxima do sul e assim há chuvas no Nordeste. * A temporada de chuvas no sertão nordestino, no entanto, não é bem definida: há anos em que cai excessivamentepouca água e outros em que chove em abundância, o que depende não só da FIT, mas também das Frentes Polares do Atlântico Sul e Norte. * Nos anos secos a massa de ar polar tem pouca energia e a Frente Polar do Atlântico Sul assume uma orientação SW-NE semelhante à da Frente Intertropical e o centro de alta pressão fica sob o Nordeste, impedindo a chuva na região. * Nos anos úmidos a massa de...
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