Marx, braudel, sic

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A questão da riqueza:
A herança marxista para o Sistema Interestatal Capitalista: Críticas e influências.
1. Desenvolvimento do marxismo: o capitalismo internacional e o papel do Estado
1.1 Teóricos do imperialismo (Lênin, Hilferding e Bukhain)
. Acumulação de Capital em escala mundial;
. Fase monopolista – centralização política;Aumento da concorrência;
. Capital Bancário + Capital Industrial + Estado;
. Exportação de Capital; impacto nos países → “Guerra Imperialista”;
. Internacionalização;
. Questão do território;
. Papel dos Estados nacionais.
Os modelos econômicos clássicos, apesar de considerarem aexistência do Estado, tem uma visão economicista, pois tentam enxergar o sistema capitalista com base única de riqueza. A proposta do Sistema Interestatal Capitalista é a reinterpretação do capitalismo, entendendo-o também como um sistema político.
O Sistema Capitalista nasce de uma relação entre Estados. Assim, a origem do capitalismo está baseada nas relações políticas entrelaçadas com as relaçõeseconômicas.
A partir do Marxismo, existe um desenvolvimento de seus conceitos reinterpretando-os. Além disso, existe uma crítica ao Marxismo e uma herança marxista que se desenvolve e se divide em diferentes correntes, como por exemplo, com os teóricos do Imperialismo e os neomarxistas. Essas duas correntes tem elementos principais que fundamentam o SIC.
1. Estudo da economia internacional.Marx cria um modelo geral sobre a questão capitalista. Os imperialistas partem da análise de Marx no processo produtivo para interpretar a expansão capitalista no cenário mundial;
2. Reinterpreta o papel do Estado, Marx o analisa como um elemento de superestrutura que contribuía no processo produtivo e na acumulação primitiva. Apesar da presença do Estado, Marx o coloca como submetido a acumulaçãode capital. Para os Imperialistas essa visão é mais ampla.
No final do século XIX, existem várias mudanças no processo produtivo nas grandes potências. A principal mudança é o capital monopolista com a criação dos trustes e cartéis, sobretudo na Alemanha e EUA.
A partir de Marx existe uma compreensão do movimento de acumulação de capital (D-M-D’) em sua necessidade expansiva. Isso aconteceporque existe um ambiente competitivo e, portanto, esse processo expansivo nunca para.
Os teóricos Imperialistas começam a analisar esse processo expansivo de acumulação de capital para além no panorama europeu. Com a exportação desse capital, existe uma transformação na economia ao redor do mundo, pois antes existia um comércio global, mas sem relações capitalistas. Essas relações passam a existirnessas colônias, por exemplo, após a expansão extraterritorial do capital, incentivado pelas grandes corporações.
O capital financeiro aliado as grandes empresas proporcionam a expansão do capital para várias partes do mundo no final do séc. XIX. Esses acontecimentos fazem parte da 3° parte monopolista, cujo principal ator é o Estado porque ele é quem permite contribuir para a internacionalizaçãodo capital, mesmo que a burguesia não abandone sua importância.
Concorrência → Acumulação → Capital Monopolista → K bancário (apoio de bancos), k industrial e Estado → Expansão.
A expansão de K impacta de alguma forma seus receptores, pois se estabelece uma relação entre as economias centrais e periféricas. Outro ponto é a guerra imperialista instalada pela competição pelas áreas de influênciados capitais.
A crítica dos teóricos imperialistas é sobre o papel dos bancos, no sentido de entender o peso do capital financeiro no processo produtivo. Outro ponto é a liderança nos processos expansivos de capital, que seria o Estado com um papel principal nesse processo e não coadjuvante com a burguesia.
Assim, seria necessário o Estado como precedente à geração de riqueza. Então, a expansão...
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