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O CANCRO DA MAMA



A Importância do Auto-exame da Mama

















Paredes, 2009



ÍNDICE




1 INTRODUÇÃO 3

2 OBJECTIVOS 4

3 O CANCRO 5

4 CANCRO DA MAMA 7

4.1 Factores de risco 8

4.2 Sintomatologia do cancro da mama 10

4.3 Importância da prevenção e do diagnostico precoce, do cancro da mama 11

4.3.1 Prevenção primária,secundária e terciária 12

4.4 O Auto-exame da mama 14

4.5 Como realizar o auto-exame mamário 16

5 CONCLUSÃO 19

6 BIBLIOGRAFIA 20











INTRODUÇÃO


Durante a vida de uma mulher os seus seios sofrem modificações que são normais, porém podem também surgir vários tipos de afecções. Na sua grande maioria são situações simples, que se resolvem sem problemas.

É o caso,relativamente frequente, do aparecimento de pequenos “caroços” provocados pelas alterações hormonais que existem durante o ciclo menstrual, e que geralmente desaparecem, passado pouco tempo. No entanto existem outros que requerem tratamento.

Para que possa detectar a tempo qualquer alteração, deverá aprender a fazer o auto-exame da mama. Este deverá ser efectuado mensalmente, sempre num dia fixo,logo a seguir à menstruação, ou num dia certo do mês se já não for menstruada.

Este exame é uma forma de conhecer bem os seus seios e no caso de encontrar qualquer alteração poder comunicá-la à equipa de saúde o mais cedo possível.















OBJECTIVOS


No final os formandos deverão ser capazes de:

• Definir o conceito de cancro da mama;

• Identificaros factores de risco do cancro da mama;

• Enumerar os sintomas do cancro da mama;

• Explicar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce;

• Distinguir os diferentes níveis de prevenção;

• Identificar as etapas do auto-exame da mama.















O CANCRO


O cancro representa um grupo heterogéneo de doenças diferentes em etiologia,frequência e manifestações clínicas, mas tendo em comum o crescimento celular desordenado, que pode acometer diversos órgãos, ocasionando uma variedade de transtornos funcionais e, consequentemente, sinais e sintomas muito diferentes (Gambra e Brêtas, 2006).

Cristo (2005), define o cancro como sendo o crescimento desordenado de células que se infiltram nos tecidos e órgãos, podendo se espalhar paraoutras regiões do corpo. O cancro origina-se de uma perda de controlo do crescimento normal das células.

Odgen (2004), também apresenta o mesmo raciocínio que Cristo, dizendo que todos os cancros se desenvolvem a partir de células que perdem o controlo e todos começam da mesma maneira, nos blocos básicos de construção da vida do corpo – a célula.

O corpo tem milhares de milhões de células demuitos tipos diferentes que se agrupam para formar os tecidos e os órgãos (Odgen, 2004).

As células normais crescem de forma controlada e estão constantemente a dividir-se para reparar os tecidos danificados, substituir as células velhas e fazer crescer os tecidos. E isso ajuda a manter o corpo saudável. Mas as células normais só se dividem e reproduzem quando há necessidade disso (Odgen,2004).

Porém, às vezes o sistema de controlo avaria-se: falha o mecanismo de “desligar” e as células tornam-se anormais. Em vez de pararem, as células anormais ficam a multiplicar-se e a dividir-se até formarem um caroço. Este caroço de tecido extra é chamado tumor (Odgen, 2004).

Mas nem todo o tumor é maligno. Existem os chamados “tumores benignos” que na realidade não são cancro. Apresentamalgumas características semelhantes e comuns ao cancro, mas não são de todo iguais e essas diferenças acabam por torna-los dignos de uma classificação de “inofensivos” (Bergerot e Bergerot, 2006).

Segundo Doherty (2004), o cancro da mama consiste numa protuberância indolor, firme ou dura, com bordos mal delineados.

Relativamente à mama, a maioria dos tumores que se produzem nela, são...
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