Linguistica

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Pólo Astorga

Aluna: Aduani Tinara Comos R.A 61605

Capítulo: 1

Atividade 1

Leitura, texto e discurso

O capítulo 1 abordou a diferença entre discurso e texto, as propriedades do mesmo e a intertextualidade. O capítulo reforçou uma questão que está presente em nosso cotidiano que são as diversas interpretações que fazemos de um mesmo texto, em épocas e leitores. Várias pessoaspodem ler o mesmo texto, interpretando e entendendo de maneiras diferentes, discurso é o sentido que está sendo apresentado e destacado em cada texto. Ao se repetir uma frase dentro de um texto, podemos ter interpretações com sentidos diferentes, dependendo do seu contexto.
Já a Intertextualidade é a relação entre dois textos. De acordo com Fiorin a intertextualidade é um processo que podereproduzir o texto ou transformar o seu sentido. Quando falamos ou escrevemos estamos, na verdade, retomando essas leituras, reelaborando-as, citando-as, comentando-as ou deformando-as. Segundo Fiorin e Savioli um texto apresenta três propriedades distintas.
Na primeira, diz que o texto não é um amontoado de frases, mas sim frases relacionadas uma com as outras e também mostra a importância dacoerência utilizada para o texto fazer sentido.
Já na segunda propriedade que não é tão importante quanto à primeira, mas trás consigo espaços em branco que antecede ou finaliza um filme, um texto. A terceira propriedade enfoca a época e o grupo social, encaixando na sua ideologia.
Também nesse capítulo pude assimilar sobre a intertextualidade, que é um diálogo entre textos, quereproduz ou transforma o sentido do texto, podendo assim dividir a intertextualidade em dois conceitos: Em sentido amplo onde ocorre a maneira implícita e em sentido restrito que ocorre de forma explícita ou implícita. Esta leitura com certeza será um grande avanço para a compreensão e enriquecimento dos outros capítulos.

Atividade 2

Canção do exílio

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta oSabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em  cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar –sozinho, à noite–
Mais prazer euencontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá. 

Canto de Regresso à Pátria

Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas
E quase temmais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para lá

Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo.

Oswald de Andrade

No poema Canto de Regresso a Pátria de Oswald de Andrade e o poema Canção do Exíliode Gonçalves Dias há um exemplo de intertextualidade com sentido restrito, forma e conteúdo, pois ele imita o poema de Oswald, implícita, pois ocorre citação da fonte, das diferenças, pois o texto ridiculariza o intertexto, exemplo a paródia. Oswald faz uma paródia com o poema Canção do exílio, e critica a forma ufanista de Gonçalves Dias ao valorizar os elementos nacionais
No último parágrafoele critica a Rua 15 de São Paulo, pois nela que está às principais agencia bancárias do país e também a desapropriação da natureza para dar lugar á prédios.

Capítulo 2

Concepções de leitura

O capítulo dois mostra que dentro do desenvolvimento da lingüística há quatro maneiras de concepções de leitura:
A primeira concepção de leitura é entendida como processo de decifração...
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