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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE
CAMPUS FLORESTA
CENTRO MULTIDICISPLINAR
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS – LICENCIATURA
DISCIPLINA – LIBRAS
PROFESSORA: MARIA ALDENORA SANTOS





DANILO DE SOUZA















RESUMO



















Cruzeiro do Sul

2013UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE
CAMPUS FLORESTA
CENTRO MULTIDICISPLINAR
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS – LICENCIATURA
DISCIPLINA – LIBRAS
PROFESSORA: MARIA ALDENORA SANTOS






DANILO DE SOUZATrabalho apresentado à disciplina de libras, como requisito parcial da avaliação da disciplina.

















Cruzeiro do Sul – AC

2013

Crise de paradigmas

Conforme pensavam os gregos, os paradigmas podem ser definidos como modelos, exemplos abstratos que se materializam de modo imperfeito no mundo concreto. Podem também ser entendidas,segundo uma concepção moderna, como um conjunto de regras, normas, crenças, valores, princípios que são partilhados por um grupo em um dado momento histórico e que norteiam nosso comportamento, até entrar em crise, porque não nos satisfazem mais, não dão mais conta dos problemas que tem de solucionar.
A escola se entupiu do formalismo da racionalidade e cindiu-se em modalidades de ensino,tipos de serviço, grades curriculares, burocracia. Uma ruptura de base em sua estrutura organizacional, como propõe a inclusão, é uma saída para que a escola possa fluir novamente, espalhando sua ação formadora por todos os que dela participam. A inclusão, portando, implica mudança desse atual paradigma educacional, para que se encaixe no mapa da educação escolar que estamos retraçando.
A exclusãoescolar manifesta-se das mais diversas e perversas maneiras, e quase sempre o que está em jogo é a ignorância do aluno diante dos padrões de cientificidade do saber. Ocorre que a escola se democratizou, abrindo-se a novos grupos sociais, mas não aos novos conhecimentos.
Os sistemas escolares também estão montados a parti de um pensamento que recorta a realidade, que permite dividir os alunos emnormais e deficientes, as modalidades de ensino em regular e especial, os professores em especialistas nesta e naquela manifestação das diferenças. A lógica dessa organização é marcada por uma visão determinista, mecanicista, formalista, reducionista própria do pensamento científico moderno, que ignora o subjetivo, o afetivo, o criador, sem os quais não conseguimos romper com o velho modeloescolar, para produzir a reviravolta que a inclusão impõe.
Essa reviravolta exige, em nível institucional, a extinção das categorizações e das oposições excludentes – iguais/diferentes, normais/deficientes – e em nível pessoal, que busquemos articulação, flexibilidade, interdependência entre as partes que se conflitavam nos nossos pensamentos, ações, sentimentos. Essas atitudes diferem muitodas que são típicas das escolas tradicionais em que ainda atuamos e em que fomos formados para ensinar.
Se o que pretendemos é que a escola seja inclusiva, é urgente que seus planos se redefinam para uma educação voltada para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que reconhece e valoriza as diferenças.
Integração ou inclusão?
Tendemos pela distorção/redução de uma idéia,a nos desviar dos desafios de uma mudança efetiva de nossos propósitos e práticas. A indiferenciação entre os processos de integração e inclusão escolar é prova dessa tendência na educação e está reforçando a vigência do paradigma tradicional de serviços educacionais. Muitos, no entanto, continuam mantendo-o ao defender a inclusão!
Integração e inclusão - embora tenham significados...
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