Liberdade

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS
PSICOLOGIA-ENGENHARIA CIVIL




















LIBERDADE











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CORONEL FABRICIANO
1º Sem de 2012
ANA LAURA ASSUNÇÃO SILVA
ANA CAROLINA SILVA FERREIRA DE OLIVEIRA
ERLON DOS REIS RANDOW



















LIBERDADETrabalho apresentado ao Curso de Psicologia e Engenharia Civil do UNILESTEMG, como requisito parcial para a aprovação na disciplina Filosofia.

Profª. Sônia Maia Teles Xavier.













CORONEL FABRICIANO
1º Sem de 2012
INTRODUÇÃO


O dicionário Aurélio define liberdade como sendo”faculdade de cada um decidir ou agir sendo a própria determinação”. Podemos ver a liberdade através de várias perspectivas, como da filosofia, bíblica, entre outros.

A partir das dificuldades observadas no texto estudado de se conceituar liberdade, as ciências sociais e humanas colocaram o termo no plural, “liberdades” ao ideal absoluto, considerando a liberdade como uma soma de “liberdades”(políticas, de opinião, de religião, etc), permitindo um avanço na reflexão para uma faculdade de extrema importância na vida de cada um e da sociedade.

Em nossos estudos colocaremos uma relação entre o conceito de liberdade humana na visão mítica e na visão da psicologia comportamental de Watson e Skinner. Será explanada a questão do determinismo na liberdade do homem e será posta a questão do homemlivre ou determinado, apontando a liberdade incondicional e a liberdade situada.

Examinaremos a estrutura do homem a partir da referência do homem enquanto ser livre, através dos aspectos empíricos, pessoal e aperceptivo e finalizando, analisaremos a dimensão social da liberdade.













DESENVOLVIMENTO

1-A liberdade e o determinismo

A liberdade para a mitologia pode serilustrada através do mito das Moiras, que eram divindades que fazem parte da mitologia grega que presidiam o destino do homem, através do movimento das esferas celestes, a harmonia do mundo e a sorte dos mortais. Partindo desse mito, está implícita a idéia de que a ação humana está relacionada com os desígnios divinos.

Já para a psicologia comportamental de Watson e Skinner, o homem pode sercondicionado a realizar ações, ou seja, os atos humanos podem ser cientificamente controlados, induzindo-os a realização de algo que supostamente seria bom para ele e para a sociedade.

O que as duas podem se relacionar é que em ambas existe a liberdade humana, a mítica como sendo liberdade divina e na comportamental está submetida ao determinismo.

O determinismo vem nos dizer que tudo queexiste tem uma causa, explicando o mundo como o mundo das necessidades, onde o necessário é tudo aquilo que tem de ser e não pode deixar de ser, sendo o oposto da contingência.

O materialismo francês do século XVIII vem nos explicar os atos humanos como simples elos de uma cadeia causal universal e no século XX o positivismo irá considerar a escolha livre, ou seja, a liberdade plena como mera ilusãoe já no século XX a psicologia de Watson e Skinner reflete a influência da visão positivista nas ciências humanas.

Discípulo de Comte, através das leis da sociologia, diz que toda via humana social se explicaria por três fatores: a raça (força biologia determinante do comportamento), o meio (fatores geográficos, sócio-cultural e ocupações diárias) e o momento (fruto da época que vivecaracterística de pensar de acordo com seu tempo), caracterizado então pelo determinismo, já que o ato humano é conseqüência desses fatores e não pode se esquivar.

Lombroso tinha como teoria que pela análise das características físicas do indivíduo, poder-se-ia identificar o criminoso “nato”, também permitindo-nos destacar o determinismo. Na literatura, o determinismo está presente na estética...
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