Lendas do vale do paraiba

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Lendas do Vale do Paraíba

A lenda da mão fria - Cachoeira Paulista |
Entre os índios puris, superticiosos como eram, havia uma índia que atendia pelo nome deManá; era filha do cacique Taboré. 
Numa cerimônia religiosa da tribo, a jovem índia foi oferecida a Tupã, pelo pajé da aldeia. Ocorre que Maná se encontra com ojovem Catu, por quem sente imediato grande paixão e é correspondida. 
Tupã não gostou dessa união  e fez cair do céu  uma "Mão de Ouro" nos campos dos indígenas. Maná,em um dos seus passeios pela margem esquerda do rio dos Surubis, deparou-se com a reluzente mão de ouro, foi ver o que era e, de repente, sentiu que seu povocomeçava a congelar-se e afundar chão a dentro. Já submersa, apenas com a cabeça para fora, de seus lindos olhos duas lágrimas tristes rolaram de sua face para o chãotransformando-se em uma pequenina mina d´agua cristalina, que até hoje abastece os moradores da Margem esquerda e adjacências. De lá para cá, o lugar passou a chamar-seFonte da Mão Fria da Indiazinha Maná. 

Algumas lendas que cercam o Vale do Paraíba, interior de São Paulo. Algumas delas se referem aos espíritos das mulheres InêsTeodora e Maria Augusta em Guaratinguetá, a curandeira, o lobisomem, o homem de pé de cavalo, entre outros. Reproduzo aqui trechos do jornal “Vale Paraibano” porMari Vesaro.
CARRUAGEM - No bairro de Santa Rita, em Guará, moradores escutam a carruagem de Inês Teodora, uma senhora rica que ajudou a construir a igreja do bairro.Inês morava em uma fazenda e usava a carruagem para ir todos os dias ao local acompanhar as obras. Ela teria bancado a obra e ajudado os escravos na construção”.
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