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Reportagens

Internet - Um vício que cresce

O número de usuários da Internet cresce a cada dia que passa. Segundo estimativas, existem aproximadamente 200 milhões de internautas espalha dos pelo planeta, comprovando que a rede mundial de computadores tornou se uma mania. Mas alguns especialistas alertam: o uso excessivo da Internet causa dependência e, assim como o álcool e as drogas, podemafastar os usuários do convívio social. Várias pesquisas comprovam que o número de vicia dos em Internet também aumenta.
A mais recente delas, realizada pelo psicólogo americano David Greenfield neste ano, constatou que 12 milhões de internautas, o que corresponde a 6% do total de usuários no mundo, são vicia dos em Internet. O psicólogo entrevistou 17.251 internautas, abordando, entre outrasquestões, se eles usavam a rede para esquecer-se de algum problema. Quem respondeu "sim" para cinco das dez perguntas da pesquisa foi considerado um viciado.
A psicóloga americana Kimberly S. Young é pioneira no estudo de comportamento na Internet, realizando pesquisas sobre os viciados cibernéticos desde 1996. Assim como David, Kimberly iniciou seus estudos utilizando um questionário com seteperguntas. Se o internauta respondesse "sim" a pelo menos três delas, era enquadrado como dependente da Internet. Com o passar dos anos, a psicóloga mudou os critérios da pesquisa: o usuário da Internet será considerado um ciberde pendente se responder afirmativamente a cinco de oito questões.
"As pesquisas retratam um momento histórico, que pode ser modificado", afirma o psicólogo Oliver ZanculPrado, de 24 anos. Utilizando os critérios atuais de Kimberly, Oliver realizou uma pesquisa sobre o uso patológico da Internet como trabalho de conclusão do curso de Psicologia da PUC/SP em 1998. Oliver ressalta que quando realizou a pesquisa não tinha o objetivo de validar critérios e porcentagens. "Foi um estudo exploratório, até para ver a viabilidade de uma pesquisa online". O psicólogo acreditaque 5% dos internautas brasileiros (250 mil dos cerca de cinco milhões que acessam a Internet no país) são viciados.


Computadores em alta

Impulsionado pela queda nos preços, mercado brasileiro se consagra como o terceiro do mundo em vendas de desktops; já o mercado cinza registra declínio.

Se o resultado do mercado nacional de desktops em 2006 tivesse de ser definido em um adjetivo,classificá-lo como histórico não seria exagero. 
Segundo a consultoria de pesquisas IDC, no ano passado o Brasil foi o terceiro maior comprador de computadores de mesa em todo o mundo, atrás apenas de nações tradicionalmente fortes no setor, como Estados Unidos e China, e à frente de países como Rússia e Índia. No ano anterior o país ocupava o quinto posto.

O levantamento da consultoria mostra queos brasileiros compraram mais de 6,5 milhões de desktops (crescimento de 19% em relação a 2005). Entre os mais engajados na aquisição, uma pesquisa do instituto IT Data coloca o público das classes B e C. 

No ano passado, eles foram responsáveis pela compra de mais de 2,2 milhões de máquinas. Detalhe: esse número se refere apenas aos consumidores que adquiriram o primeiro PC.

“Estamos numritmo excelente. O último trimestre de 2006 representou para nós um crescimento de 111% em relação ao mesmo período de 2005”, comemora Dante Avanzi, gerente de consumo de desktops da HP. “O mercado de computadores de mesa foi aquele em que mais crescemos no ano”, avalia Sidney Shibata, gerente de marketing da Dell.

Além da boa vendagem, os fabricantes apontam equilíbrio entre os segmentos queadquiriram micros no ano passado. “A quantidade de PCs destinados ao usuário doméstico praticamente equiparou-se ao número de computadores vendidos para o mercado corporativo”, revela Sakis, do IDC. “A porcentagem é de 49% para 51%.”

“O micro deixou de ser apenas instrumento de trabalho para tornar-se item essencial nas residências, uma ferramenta de entretenimento, comunicação, educação e...
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