Impacto no cliente final do setor varejista por causa da restrição dos caminhões

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  • Publicado : 17 de outubro de 2012
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O comércio já estima em 5% a 10% o aumento nos preços de produtos por conta da nova lei que restringe a circulação de caminhões em uma área de 100 km2 em São Paulo. Conforme era esperado, asrestrições atingiram o cliente final. As empresas tiveram que se adequar para conseguir atingir seus objetivos com seus clientes, gerando um custo alto e este repassado para os consumidores. Para ovice-presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga do ABC, Tiojium Metalino, a decisão irá onerar o frete, custo que será repassado para o consumidor. "Estamos preocupados porque a bomba sempresobra para o setor de transporte. Isso trará muito prejuízo para as empresas, que terão de pagar horas extras para os motoristas e manter um caminhão parado por algumas horas", reclama.
A opinião écompartilhada pelos integrantes da Associação Comercial e Industrial de São Bernardo. Segundo o vice-presidente da entidade, Valter Moura Júnior, a medida precisa ser revista.
Esta opinião epartilhada pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo). "A dificuldade para entregar as mercadorias somadas ao aumento de custos do frete, da mão de obra e dos estoques vai certamente afetar o preço finaldo produto. A previsão inicial é que o aumento do preço de venda ao consumidor seja da ordem de 5% a 10%, dependendo do tipo de mercadoria", diz Roberto Mateus Ordine, vice-presidente da Associação.Um dos setores mais afetados é o de distribuição de material de construção. A Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) prevê que só o custo do frete aumente 200%.“Um caminhão que faz entrega de 20 toneladas terá de ser substituído por cinco menores [de até 6,3 m de comprimento], cuja capacidade máxima é de quatro toneladas. Com isso, o custo do frete passa de R$40 a tonelada para R$ 123", diz Cláudio Elias Conz, presidente da associação.
Só o repasse desse custo deve elevar os preços do material de construção em 1,5% a 2%, diz.
Para Emerson Kapaz,...
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