Humanismo

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GEEVAN VIANA ALVES
GEIZA FERREIRA BARBOSA
NATÁLIA JOICE DE SOUZA LEITE
PATRÍCIA BRANDÃO ALVES
ROSANA GÓES DE SOUSA














HUMANISMO



















PORTO VELHO/RO
2012




GEEVAN VIANA ALVES
GEIZA FERREIRA BARBOSA
NATHÁLIA JOICE DE SOUZA LEITE
PATRÍCIA BRANDÃO ALVES
ROSANA GÓES DE SOUSA






HUMANISMO










Trabalhode pesquisa, avaliação parcial da disciplina de História da Psicologia, ministrada pela Docente Sâmia Laíse Manthey Benevides do 1º período do curso de Psicologia das Faculdades Integradas Aparício Carvalho - FIMCA













PORTO VELHO/RO
2012



INTRODUÇÃO

A Psicologia Humanista é um ramo da psicologia em geral e da psicoterapia em particular, surgida na década de 50,considerada como a terceira via ao lado da psicanálise e da terapia comportamental. O humanismo não é uma teoria, não é um método, não é uma filosofia, e nem é uma psicologia. É um movimento implícito na historicidade das idéias que aflora com maior ou menor intensidade de tempos em tempos. Surgiu como reação ao determinismo dominante nas outras práticas psicoterapêuticas, ensinando que o serhumano possui em si uma força de autorrealização, que conduz o indivíduo ao desenvolvimento de uma personalidade criativa e saudável. Essa força inerente á todos os seres humanos, é muitas vezes, no entanto, impedida por fatores externos de se desenvolver plenamente. A Psicologia humanista busca assim uma humanização da psique, considerando o homem como um processo em construção, detentor de liberdadee poder de escolha.





























1. O SURGIMENTO E CARACTERÍSTICAS

Em 1962, foi fundada a AHP (Associação Americana de Psicologia Humanista), que se tornou a força impulsionadora do movimento. Filosoficamente baseia-se, sobretudo no humanismo, no existencialismo (Jean-Paul Sartre, Martin Heidegger), assim como na fenomenologia (Edmund Husserl) ena autonomia funcional (Gordon Allport). É centrada na pessoa e não é centrada na pessoa e não no comportamento, enfatiza a condição de liberdade contra a pretensão determinista. Visa à compreensão e o bem-estar da pessoa não o controle. Segundo esta concepção, a psicologia não seria a ciência do comportamento, seria a ciência da pessoa. As críticas ao comportamentalismo giravam em torno de suaabordagem estreita, artificial e estéril da natureza humana, que reduzia o homem à máquinas e animais propensos ao condicionamento. A divergência à psicanálise se mostrava no questionamento à ênfase no inconsciente, nas questões biológicas e eventos passados, no estudo de pessoas neuróticas e psicóticas e na compartimentalização do indivíduo.
O movimento que desembocou no estabelecimento daPsicologia Humanista teve seu início no ambiente acadêmico norte-americano do pós-guerra. Os líderes do movimento humanista levantaram suas vozes contra a imagem de homem e de método científico defendidas pelo Behaviorismo - dominante no campo da Psicologia experimental - e contra a imagem de homem e de método terapêutico da Psicanálise - dominantes no campo da psicoterapia.
Como afirma De Carvalho(1990), a oposição ao Behaviorismo foi a posição que, pelo caminho da negação, mais contribuiu para o estabelecimento conceitual da Psicologia Humanista. Os Humanistas caracterizam o Behaviorismo como uma teoria em que o homem é visto como um ser inanimado, um organismo puramente reativo, "uma coisa passiva perdida, sem responsabilidade por seu próprio comportamento" (p. 33). Assim, o Behaviorismoveria o homem como um conjunto de respostas a estímulos, ou seja, uma coleção de hábitos independentes. Frick (1973), em sua obra Psicologia Humanística, ainda hoje referência obrigatória para quem estuda o movimento, acusa o Behaviorismo de haver buscado criar uma visão limitada do homem. Diz ele:
Esta escola de Psicologia concebe o homem como uma máquina complexa, com seu sistema fechado de...
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