Homem, cultura e sociedade

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1. INTRODUÇÃO

A intervenção no texto de A Condição Humana da edição anterior a essa, cuja necessidade vem sendo apontada há bastante tempo entre os estudiosos do pensamento arendtiano no Brasil, ¹excedeu o âmbito da revisão técnica dos conceitos filosóficos contidos na obra, a despeito de ter sido essa a intenção mais decisiva. (A Condição Humana / Hannah Arendt; tradução: Roberto Raposo,revisão técnica: Adriano Correia. – 11. ed. – Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010.).
Resumo de confeito referente ao livro da Arendt, Hannah, para a obtenção da nota parcial da disciplina Homem, Cultura e Sociedade.

2. DESENVOLVIMENTO

A727c Arendt, Hannah, 1906 - 1975
11. ed. A Condição Humana / Hannah Arendt; ; tradução: Roberto Raposo,revisão técnica: Adriano Correia. – 11. ed. – Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010.
Tradução de: The human condition, 11th ed.
ISBN 978-85-218-0456-7
1. Sociologia. 2. Economia. 3. Tecnologia. 4. Ciência Política. 1. Título.

10-0664. CDD: 301CDU: 306

O TERMO VIDA ACTIVA
A referência à vida activa vem de tradições antigas, que por sua vez direciona as experiências politicas ocidentais, derivando-se do julgamento de Sócrates e o conflito entre o Filósofo e a Pólis. Estendendo até Karl Marx.
Uma das descrições de Aristóteles para o modode vida da época era o escravo, que tinha obrigação de produzir, o artesão, que parcialmente abrigava de seus direitos de homem livre, para se dedicar a um contrato trabalhista, e o por fim o mercador, fabricante que ao seu ponto de vista e um (Banausos), que também não é livre, demonstra também o “ganhador de dinheiro” que fica comprometido por sua compulsão. Em contra partida tem os que sededicam ao “belo”, ao gozo da vida e os investigadores das coisas eternas os filósofos.
A expressão inquietude é usada como uma forma negativa da vida activa, pois retrata que todo trabalho define-se em comtemplar o a tranquilidade. Como querer trabalhar e chegar ao fim de tudo com êxito experimentar a paz de ter realizado sua obra. E como para os cristões a vida activa é contemplada, em si, muitolimitada, servindo em base a contemplação de um corpo vivo.

ETERNIDADE VERSUS IMORTALIDADE
As várias formas de se encarar o mundo. Como tudo termos o livre arbítrio e múltiplas opções, onde nos humanos optamos de escolhas onde melhor nos cabem, oque mais diferenciam os corações puros dos enfestados por interesses ambições. E a melhor forma de se demonstrar essas diferenças de ganhos econquistas são os políticos onde se dividem entre o povo e o poder, que prevalece sem duvida alguma o grande poder, que deixam submissos toda uma comunidade a mercê dos próprios interesses políticos ou de quem o governa.
Essas disputas por certo poder, perdura desde que o mundo surgiu, os filósofos dedicaram muitos anos de suas vidas as descobertas onde pudesse dar mais poder e forças aos seuscomandantes, mestres ou reis, chegando a uma conclusão que tudo se diferenciava entre a mortalidade e a imortalidade.
A mortalidade, o poder eterno, o domínio completo, o controle total de qualquer nação ou mesmo mundo. Exemplos de quem tem essas vidas eternas são os deuses gregos, venerados e adorados por muitos mortais da época. Com isso, gregos começaram a discuti formas de adorações onde pudessealmejar os desejos solicitados, mesmo sendo pedido a um imortal “invisível”, gerando assim muitas curiosidades como um Deus de forma humana, ou um humano em forma de Deus.
Os filósofos chegaram a uma conclusão onde a imortalidade se da à procriação de cada espécie, não só a vida de um individuo como a continuação de sua arvore-genealógica, ou até mesmo na historia que seu nome se tornou lendário ou...
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