Hobbes, locke e rosseau

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
NOME DO CURSO

MARISA MARGARETE M . ROSSO




Trabalho cadastrado com sucesso, código do protocolo: PFT-44299654
Atividade: 490097 - RH - SEM3 - PT - ADMINISTRAÇÃO DE BENEFÍCIOS E RENUMERAÇÃO
Aluno: MARISA MARGARETE MELLO ROSSO
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ADMINISTRAÇÃO DE BENEFICIOS E REMUNERAÇÃOSão Lourenço do Oeste - SC
2009




MARISA MARGARETE M. ROSSO

















ADMINISTRAÇÃO DE BENEFICIOS E REMUNERAÇÃO







Trabalho apresentado ao Curso Tecn. Em Gestão de Recursos Humanos da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina Administração de beneficios e remuneração.

Prof. Valquíria Gasparotte











SãoLourenço do Oeste - SC
2009



Administração de Benefícios e Remuneração

Salário, remuneração, comissões, benefícios. Resumo de, para algumas instituições soldo, que é o caso, por exemplo dos Militares. Estes são agraciados com alguns benefícios, não incorporados aos seus salários que formam um valor total para sua remuneração.
Para nos meros trabalhadores sujeitos, na maioria das vezes,simplesmente salário. Aquele fixado por patrões, reajustados anualmente e com base no que é instituído, já desde a década de 1940, por Getúlio Vargas, com sendo a base mínima que um trabalhador poderá ser remunerado pelo serviço que presta a uma empresa. Percebam que mencionamos “remuneração”. Pois bem, o salário mínimo não deixa ser tal e qual.
Mencionamos o ano de 1940, como inicio da vigência domínimo, mas este começou a ser discutido em 1936, entrando em vigor no dia dedicado ao Trabalhador, 1° de Maio do ano 40. Seu primeiro valor era de 240 mil réis e somente após três anos sofreu seu primeiro reajuste, baseado em não se sabe qual índice. Nesta época, dividiu-se o país em 22 regiões e cada região adotou um valor, que se diferenciava no máximo em 2,67 mil réis.
Em julho de 1943 foidado um primeiro reajuste seguido de um outro em dezembro do mesmo ano. Estes aumentos, além de recompor o poder de compra do salário mínimo, reduziram a razão entre o maior e o menor valor para 2,24, já que foram diferenciados, com maiores índices para os menores valores. Após esses aumentos, o salário mínimo passou mais de oito anos sem ser reajustado, sofrendo uma queda real da ordem de 65%,considerando-se a inflação medida pelo IPC da FIPE.
Somente em 1951, o então presidente Getulio Vargas assinou um decreto lei promovendo reajustes mais seguidos, para evitar a perda do poder de compra do salário mínimo.
Após o golpe militar, modificou-se a política de reajustes do salário mínimo, abandonando-se a prática de recompor o valor real do salário no último reajuste. Passou-se a adotar umapolítica que visava manter o salário médio, e aumentos reais só deveriam ocorrer quando houvesse ganho de produtividade. Em 1968, passou-se a incluir uma correção referente à diferença entre as inflações esperadas e realizadas, sem, no entanto, qualquer correção referente às perdas entre 1965 e 1968. Neste período, que durou até 1974, houve ainda uma forte redução no número de níveis distintos desalário mínimo, que passou de 38 em 1963 para apenas cinco níveis em 1974.
Um dos grandes problemas relacionados ao valor do salário mínimo, sempre foi o fator inflacionário. Estamos sempre ouvindo que se houver um aumento real, poderá haver inflação e que isso pode inviabilizar a economia brasileira. Lembramos do ano de 1985 quando o valor de um salário mínimo chegou a, acreditem, seiscentosmil cruzeiros. O único problema é que não comprava muito mais do que compra, em valores da atualidade, e não estávamos no plano Real, nossa moeda ainda era o Cruzeiro (Cr$).
Se tomarmos por base, dados do Dieese, que através de levantamento das necessidades do trabalhador, o salário mínimo no Brasil hoje deveria estar na faixa de R$ 2.000,00, para atender uma família de 4 pessoas, ou seja, pai,...
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