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597 palavras 3 páginas
A Lei Áurea
No ano de 1888 a escravidão foi abolida através da Lei Áurea, que foi assinada pela princesa Isabel no dia 13 de maio daquele ano. Essa medida beneficiou uma grande quantidade de escravos que ainda existia no país. Por outro lado, essa mesma medida incomodou os vários proprietários de terra que ainda dependiam da exploração do trabalho escravo para produzirem gêneros agrícolas em suas propriedades. Contudo, não podemos achar que a escravidão acabou no Brasil do dia para a noite.

A situação dos ex - escravos após a abolição
A situação dos antigos escravos não sofreu alterações, variando de acordo com a região do Brasil. Mas, de uma maneira geral, não houve um processo de integração dos negros à sociedade. Quando muito, conseguiam trabalho em pequenas roças de subsistência ou, então, tornavam-se parceiros nas fazendas de café. Outros abandonavam as antigas propriedades onde eram escravizados, indo para as cidades, formando uma mão-de-obra marginalizada pela concorrência do imigrante. Os negros foram jogados no mundo dos brancos, sem nenhuma assistência.
Algumas propostas reformistas foram feitas pelos abolicionistas, entre os quais Joaquim Nabuco, André Rebouças e José do Patrocínio, visando a melhoria das condições de vida dos antigos escravos. Uma delas defendia a divisão dos latifúndios improdutivos com o objetivo de vender pequenos lotes de terras para os libertos. Outra sugestão era a universalização da educação básica para "arrancar o negro da ignorância". Estas medidas não foram efetivadas.
A inexistência de reformas mais amplas permitiu a exploração do ex-escravo. Na província do Rio de Janeiro, por exemplo, as autoridades policiais obrigavam o liberto a assinar um termo de "bem-viver", pelo qual ele se comprometia a trabalhar. A coação e a violência não eram aplicadas mais pelo chicote, mas sim através de normas que objetivavam acabar com o "ócio" e a "vadiagem". Alguns fazendeiros empregavam o antigo cativo pagando míseros salários.

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