Georg simmel

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  • Publicado : 18 de maio de 2012
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Tempos nervosos
A modernidade, rapidamente mudou o ritmo da produção, das ruas, das cidades e consequentemente da vida das pessoas. Na verdade, tudo foi se acelerandoinclusive nossa capacidade de percepção. Não por acaso, mas as habilidades dos jovens do século XXI deixam os mais velhos perplexos.
A vida na metrópole acelerada seriamarcada pela pluralidade de experiências e pelo anonimato as interações.
O que hoje é um comportamento, já foi objeto de reflexão na virada do século XIX para o XX.Cientistas, filófosos, literatos e poetas escreveram sobre os novos ‘’choques’’ cotidianos e suas consequências.Foi nessa época que os psiquiatras criaram um novovocabulário clínico em torno da ‘’doença dos nervos’’,com a intenção de explicar as ‘’perturbações de caráter’’,’’irritações’’,’’tensões’’ e ‘’surtos’’ a que estariam submetidosos que vivem nas grandes cidades.
Os avanços tecnológicos e a racionalização da vida contribuem para que o cotidiano se torne mais simples e mais complicado-Max WeberGeorg Simmel:
*Formulou o conceito de intensificação da vida nervosa, que nos ajuda a pensar na aceleração do cotidiano e em suas consequências.
*Dizia quesomos frequentemente expostos a estímulos: imagens, sons, rostos e anúncios, que exigem de nós uma sensibilidade específica.
*A técnica da vida na cidade grande não éconcebível sem que todas as atividades e relações tenham sido ordenadas
*Argumentou em seus escritos que, para lidar com os novos estímulos e acelerações, com aintensificação da vida nervosa, os habitantes das grandes cidades desenvolveram um comportamento estranho ao mundo rural e à cidade pequena,a que chamou e atitude de reserva
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