Fratura de monteggia

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  • Publicado : 7 de outubro de 2012
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 2
2 REVISÃO ANATOMICA 3
2.1 ESTRUTURA ÓSSEA E ARTICULAR 3
2.2 ESTRUTURA MUSCULAR 4
2.2.1 PRONADORES 4
2.2.2 SUPINADORES 5
2.2.3 FLEXORES 5
2.2.4 EXTENSORES 5
3 FRATURA DE MONTEGGIA 6
3.1 CLASSIFICAÇÕES DE BADO PARA AS FRATURAS DE MONTEGGIA 6
3.2 ETIOLOGIA 7
3.3 DIAGNÓSTICO DA FRATURA DE MONTEGGIA 8
3.4 TRATAMENTO FARMACOLÓGICO 8
3.4.1 TRATAMENTO FARMACOLÓGICOEM CRIANÇAS 9
4 TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO 10
4.1 CASO PROPOSTO 10
4.2 CONSIDERAÇÕES 10
5 CONCLUSÕES 20
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 21







1 INTRODUÇÃO

As alterações no sistema músculo-esquelético causadas por lesões de alto impacto afetam diferentes tipos de tecidos. Estas alterações aumentam ainda mais quando levados em consideração dois aspectos, primeiro a respostainflamatória e segundo a violência da lesão que afeta estruturas ósseas, capsulares, ligamentares, além de músculos e nervos.
No tratamento desse tipo de lesão o profissional da área médica é responsável por restaurar e/ ou instabilizar as estruturas afetadas. Especialmente a reconstrução da continuidade óssea, seja através de tratamento conservador ou cirúrgico. Todavia o fisioterapeuta tem nestecontexto um papel muito maior do que de um mero coadjuvante. Ele é responsável por conduzir a reabilitação dos pacientes e otimizar o tratamento médico, quer seja ele cirúrgico ou não.
Devolver o paciente que teve algum tipo de fratura a suas atividades de vida diárias no menor tempo possível e com a maior qualidade funcional é a tarefa pretendida pelo profissional da fisioterapia, se utilizandopara tanto dos mais variados recursos e técnicas peculiares ao seu ato. Mas é claro que a atuação dessa classe não esta restrita a aplicar técnicas e ligar e desligar aparelho. A principal qualidade do fisioterapeuta está na sua capacidade de interpretar a lesão e o que está acontecendo nela, utilizando para isso seu próprio método diagnóstico e estabelecendo desta forma as condutas adequadas a cadatipo de lesão.
Neste contexto a fisioterapia aquática é uma ferramenta capaz de aproximar o objetivo da técnica as condições reais do paciente. Por exemplo, trabalhar mobilizações em pacientes que acabaram de sair do período de imobilização é de extrema importância, apesar de poder ser considerado difícil. Todavia quando essa simples técnica é transferida para dentro da piscina o impacto sobre aarticulação é diminuído, a propriocepção é estimulada e a temperatura da água aumenta a extensibilidade dos tecidos e causa relaxamento o que facilita a execução da manobra.
Por essas razões o uso adequado da fisioterapia aquática em pacientes fraturados pode fazer a diferença na qualidade e no aproveitamento do tratamento fisioterapêutico.






2 REVISÃO ANATOMICA

A função doantebraço depende da combinação de estabilidade e mobilidade. Quando sua fratura, o retorno do paciente às atividades da vida diária relaciona-se à consolidação da mesma e preservação dos movimentos.
O manejo das fraturas nas crianças é diferente de relativo aos adultos, porque nelas os ossos apresentam com as placas de crescimento, assim como um potencial de consolidação e remodelamento próprio paraa faixa etária.
As fraturas diafisárias do rádio e da ulna apresentam problemas específicos devido às suas características anatômicas intrínsecas (ósseas) e extrínsecas (musculares).
A amplitude de movimento do cotovelo é 0 a 150 graus e flexão, 75 de graus de pronação e 85 graus de supinação.

2.1 ESTRUTURA ÓSSEA E ARTICULAR

Os ossos do antebraço têm um crescimento endocondral, sendo queas epífises apresentam o seguinte desenvolvimento:

Epífise proximal do rádio aparece aos 5 anos e une-se aos 16 anos;
Epífise proximal da ulna aparece aos 12 anos e une-se aos 16 anos.

Os ossos do antebraço têm características anatômicas especiais que devem ser conhecidas no tratamento de suas fraturas. As fraturas do antebraço são menos freqüentes que as fraturas do terço distal porque,...
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