Forca maxina na musculacao

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ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS TESTES DE CARGA MÁXIMA E REPETIÇÕES MÁXIMAS UTILIZADOS NA MUSCULAÇÃO

Prof. Paulo Hilário Franier – PUCPR
Prof. Marcos Tavares da Silva – PUCPR
Prof. Ms Edson Marcos de Godoy Palomares – PUCPR e UPT

A necessidade de maiores discussões sobre assuntos que são considerados encerrados, a busca de subsídios para sermos mais conscientes de nossas obrigações com profissionais e não como meros repassadores de idéias e estudos já constituídos nos levaram a realizar esta pesquisa de campo, onde 28 indivíduos do sexo masculinos entre 18 e 40 anos foram testados. O objetivo do estudo foi confrontar dois protocolos que se propõem a mensurar a carga máxima para a prática da musculação. Os protocolos em questão são o de 1 repetição máxima e o de repetições máximas. O primeiro visa obter o resultado da carga máxima do indivíduo através da realização de uma repetição, enquanto o segundo testa realizando várias repetições até que ele cesse por atingir a fadiga. Os protocolos são correlacionados em seus resultados, tendo como parâmetro a tabela criada por Sholik, que demonstra os percentuais a serem trabalhados e o número de repetições para atingir o valor que equivale a 100% da carga máxima. A idéia da realização desta confrontação de testes surgiu pelo simples fato que as bibliografias consultadas levam a crer que os tipos de fibras utilizados nos dois protocolos são diferentes, já que as fibras recrutadas variam de acordo com a intensidade dos exercícios, e ainda, as características fisiológicas das mesmas vão interferir diretamente naquilo que elas têm como realização no trabalho de força. Os resultados obtidos com a conclusão dos testes nos revelaram que existe uma discrepância considerável entre os protocolos: a média geral de repetições máximas no Leg press foi de 12,07 e no supino reto foi de 11,25, porém o quadro de Sholik indica que para o Leg press deveríamos ter de 4 a 6 repetições e no supino reto entre 7 a

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