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real portuguesa fugiu de Portugal em 1807 diante da iminente invasão Napoleônicas ao País. Tal invasão aconteceu em virtude da relutância de Portugal em romper relações com a Inglaterra.
A partir destes acontecimentos a família real direcionou ao Brasil, e em 22 de janeiro de 1808 desembarcou em Salvador. Logo após a chegada do príncipe regente a Salvador, ele decretou a abertura dos portos. Já, no dia 08 de março se estabeleceu no Rio de Janeiro. A colônia passou a ser o centro das decisões do governo português. O Rio de Janeiro tornou-se então a capital do império Luso.
Em 1820 eclodiu a revolução liberal na cidade do Porto. Receoso de perder a coroa, passada para suas mãos com a morte de sua mãe D. Maria I. O monarca, família e a corte retornaram a Portugal em abril de 1821, deixando D. Pedro como príncipe regente no Brasil.
Durante a regência de D. Pedro Portugal exigiu sua volta a Portugal. O príncipe regente, enraivecido com as exigências da corte, declarou oficialmente a separação política entre a colônia e Portugal em 1822 com sua decisão de permanecer no Brasil, o dia do fico. Porém, esse apoio de D. Pedro sempre era ressaltado com atitudes de autoritarismo. O que levou a uma duvida pairar sobre a elite: submeter-se a um governo liberal, ou acatar ao imperador que implicava o risco de retorno ao absolutismo.
Com a divisão das tropas da corte portuguesa e a carioca houve por seguinte a independência uma série de guerras. “A reengenharia política implicava esvaziar a influência das Cortes legislativas portuguesas, criando uma similar nacional” O que viria acontecer, porém, a Assembleia Constituinte foi dissolvida. E por seguinte o rei designa um pequeno grupo para redigir a constituição, que como é de se pensar, lhe privilegiava.
Com isto, em 1824 as elites viram a independência como um “retrocesso” ao que foi conquistado na Revolução do Porto. Entretanto, isto não significava que queriam a “restauração”. Não querendo voltar a dependência de Portugal,

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