Filosofia medieval

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Filosofia Medieval
Profª Sônia M. T. Xavier



O nome da rosa http://www.youtube.com/watch?v=P4ITd SfGd5I&feature=related



Compreende período da queda do império romano – séc. V até a tomada de Constantinopla pelos turcos- séc.XV –

Ou seja mil anos de história


Formam-se os novos reinos bárbaros;



Lentamente, constitui-se a ordem feudal – de natureza aristocráticaNo topo da pirâmide - os nobres e o



clero

Surgimento da Igreja Católica como força espiritual e política

Causas: Mundo fragmentado – após dissolução do Império Romano a igreja representa elemento agregador;

Do ponto de vista cultural: a herança greco-latinaressurge nos mosteiros, onde fora preservada. Os monges são os únicos letrados

Grande questão discutida pelos intelectuaisda idade média:


A relação entre a fé e razão – entre filosofia e teologia



Esforço para convencer os pagãos; Combater heresias; Justificar a fé.







Elaboração da Apologética: textos de defesa do cristianismo

Teoria da iluminação:


Recebemos de Deus o conhecimento das verdades eternas: correto tal como o sol, Deus ilumina a razão e torna possível o pensar Os primeiros padres da

igreja se empenharam na elaboração de

inúmeros textos sobre a fé e a revelação cristãs. O conjunto desses textos ficou conhecido como PATRÍSTICA.

Início - esforço empreendido pelos dois apóstolos intelectuais
(Paulo e João) e pelos primeiros Padres da Igreja para conciliar

a nova religião

Divide-se em: patrística grega (ligada à Igreja de Bizâncio) epatrística latina - (ligada à Igreja de Roma)

Destaca-se: Santo Agostinho e a influência platônica

A patrística foi obrigada a introduzir idéias desconhecidas para os filósofos greco-romanos:

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a idéia de criação do mundo, de pecado original, de Deus como trindade una; de encarnação e morte de Deus,

de juízo final ou de fim dos tempos
e ressurreição dos mortos,



SantoAgostinho a idéia de “homem interior”, isto é, da consciência moral e do livre-arbítrio, pelo qual o homem se torna responsável pela existência do mal no mundo



Obs.

Apesar de S. Agostinho ter vivido na Antiguidade-

tempos finais do Imp. Romano é estudado como expoente em razão de sua influência nesse período

o grande tema de toda a Filosofia patrística: possibilidade de conciliarrazão e fé, e, a esse respeito, havia três posições principais:

1. Os que julgavam fé e razão irreconciliáveis e a fé superior
à razão (diziam eles: “Creio porque absurdo ”).

2.

Os

que

julgavam



e

razão

conciliáveis,

mas

subordinavam a razão à fé (diziam eles: “Creio para compreender”).

3.

Os

que

julgavam

razão

e



irreconciliáveis,mas

afirmavam que cada uma delas tem seu campo próprio de conhecimento e não devem misturar-se (a razão se refere a tudo o que concerne à vida temporal dos homens no mundo; a fé, a tudo o que se refere à salvação da alma e à vida eterna futura).

Para Agostinho:


O homem que trilha a via do pecado só consegue retornar aos caminhos de Deus e da salvação mediante a combinação de seuesforço pessoal

de vontade e concessão imprescindível da graça
divina.

Para ele:


É

necessário

crer a

para

compreender, nos

pois a fé ilumina os caminhos da razão; posteriormente compreensão

confirma a crença.

Principais idéias agostinianas


Transforma o Bem platônico no Deus cristão; A alma teria sido criada por Deus para reinar sobre o corpo, para dirigi-lo àprática do bem; Ser livre é servir à Deus, pois o prazer de pecar é a escravidão; Sem a graça de Deus o homem nada pode conseguir.









Como o que conduz seus atos é a vontade, e não a razão, o homem pode querer o mal, razão pela qual ele necessita da graça divina para salvar-se, pois a razão não o salvará.

A fé nos faz crer em coisas

que nem sempre entendemos pela...
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