Fichamento

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UNIRIO- UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CCBS- ESCOLA DE NUTRIÇÃO DISCIPLINA SOCIOLOGIA

Fichamento sobre Karl Marx
Bárbara Ayres Fernanda Torres Jackeline Ferreira Jéssica Nobre Renata Marques

Rio de Janeiro Setembro/2005

TEORIA DA CIÊNCIA Do trabalho da Teoria Quando consideramos um determinadoi pís sob o ponto de vista da economia política, começamos pelo estudo desua população, a divisão desta em classes, sua distribuição nas cidades, nos campos, no litoral, os diferentes setores de produção, a exportação e a importação, a produção e o consumo anuais, o preço das mercadorias, etc. Os economistas do século XVII, por exemplo, começam sempre por uma totalidade viva: a população, nação, Estado, vários Estados; mas eles acabam por destacar pela análise algumasrelações gerais abstratas determinantes, tais como a divisão do trabalho, o dinheiro, o valor, etc. Logo que estes fatores isolados foram mais ou menos fixados e abstraidos, surgiram os sistemas econômicos, que partem de noções simples tais como o trabalho, divisão do trabalho, nessecidade, valor de troca, para chegar até o Estado, as trocas entre nações e o mercado mundial. Relações Estruturais Naprodução social de sua existência, os homens entram em relações determinadas, necessárias, independente de suas vontades, relações de produção que correspondem a um grau de desenvolvimento determinado de suas forças produtivas materiais. O conjunto dessas relações de produção constitui a estrutura econômica da sociedade, a base concreta sobre a qual se ergue uma super-estrutura jurídica e políticae à qual correspondem formas de consciência sociais determinadas. Abre-se então uma época da revolução social. A mudança na base econômica transtorna mais ou menos rapidamente toda a enorme infra-estrutura. Em geral, os modos de produção asiático, antigo, feudal, e burgues moderno podem ser qualificados de épocas progressivas da formação social-econômica. As relações de produção burguesas são aúltima formação contraditória do processo de produção social, no sentido de uma contradição que nasce das condições de existência social dos indiíduos; entretanto, as forças produtivas que se desenvolvem no seio da sociedade burguesa, criam ao mesmo tempo as condições materiais para resolver esta contradição. Com esta formação social termina então a pré-história da sociedade humana. Estrutura sociale conhecimento O homem se diferencia dos animais a partir do momento em que se começa a produzir seus meios de vida, passo este condicionado pela sua organização corporal. Ao produzir seus meios de vida, o homem produz indiretamente sua própria vida material. As relações entre as diferentes nações e toda estrutura interna de cada nação dependem da extensão do desenvolvimento de suas forçasprodutivas, a divisão do trabalho, e o intercâmbio interno e externo. Toda nova força produtiva ,quando não é apenas uma simples extensão quantitativa das forças produtivas, traz como consequência um novo desenvolvimento da divisão do trabalho. A produção das idéias e representações, da consciência, aparece no início diretamente entrelaçada com a atividade material e o comercio material dos homens, comoa linguagem da vida real. As idéias da classe dominante são idéias dominante em cada época. A classe que tem à sua disposição os meios para a produção material dispôe com isso, as idéias dos que carecem dos meios necessários para produzir espiritualmente.

A divisão do trabalho se manifesta também no seio da classe dominante como divisão entre trabalho físico e trabalho intelectual, de modoque uma parte desta classe aparece como fornecendo os pensadores, enquanto os demais adotam estas idéias e ilusões de um modo mais passivo e receptivo, já que são os membros ativos da classe e dispõem de pouco tempo para fabricar ilusões e idéias sobre si mesmos. A classe revolucionária aparece de antemão, já pelo simples fato de contrapor-se a uma classe não como classe e sim como representante...
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