Estrutura de fundacao e contencao

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Departamento de Engenharia Civil - IPUC

DISSERTAÇÃO:
ESTRUTURAS DE CONTENÇÕES

Elbes Marcos
Stella Maris
Veronica Serena

Belo Horizonte
2012

Elbes Marcos
Stella Maris
Veronica Serena

DISSERTAÇÃO:
ESTRUTURAS DE CONTENÇÕES

Trabalho apresentado à disciplina Estruturas de Fundações e Contenções, do Instituto Politécnico -Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, com a finalidade de elaborar uma dissertação sobre o tema apresentado durante o semestre.
Professor: Sidney Santos Barradas

Belo Horizonte
2012

LISTA DE FIGURAS

Figura 1 - Movimento de Rastejo. Inclinação de árvore e poste 7
Figura 2 - Ruptura por escorregamentos 8
Figura 3 - Ação da água no talude 9
Figura 4 - Estrutura de terraarmada 12
Figura 5 - Construção de acesso, utilização de terra armada 12
Figura 6 - Exemplo de solo grampeado 13
Figura 7 - Exemplo de geossintéticos 14
Figura 8 - Proteção de taludes - Dreno e proteção vegetal 15
Figura 9 - Talude de corte e aterro 16
Figura 10 - Exemplo de Muro de Gabião 18
Figura 11 - Exemplo de CribWall 19
Figura 12 - Exemplo de Muro Atirantado 20
Figura 13 -Corte do Muro de Flexão 21
Figura 14 - Diagramas dos Muros de Contrafortes 22
Figura 15 - Uso de pranchas verticais 25
Figura 16 - Exemplo de escoramento com perfis metálicos e pranchas de madeira 26
Figura 17 - Cravação da estaca prancha 27
Figura 18 - Escoramento com perfis metálicos 27
Figura 19 - Exemplo de parede diafragma 28
Figura 20 - Detalhe de barbaça 32
Figura 21 - Detalhede dreno profundo 33

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO 6
2. TIPOS E PROCESSOS DE ESCORREGAMENTOS 7
2.1. Tipos de Ruptura 7
2.2. Responsáveis pela ruptura da Encosta 9
3. ESTABILIZAÇÃO DE ENCOSTAS 10
3.1. Considerações de Projeto 10
3.2. Tratamento Superficial 10
3.3. Solo reforçado 11
3.3.1. Terra Armada 11
3.3.2. Solo Grampeado 13
3.3.3. Geossintéticos 14
3.3.4. Inclinação edrenagem de encostas 15
4. CONTENÇÕES 17
4.1. Muros 17
4.1.1. Muros de Gravidade 17
4.1.2. Muros Atirantados 19
4.1.3. Muros de Flexão 20
4.1.4. Muros Mistos 21
4.1.5. Muros de Contrafortes 21
4.1.6. Processos Executivos: Muros de Flexão, Mistos e Contrafortes 22
4.2. Influência da água 22
4.2.1. Sistemas de drenagem 23
5. ESCORAMENTOS 24
5.1. Escoramento de Madeira 245.2. Escoramento Metálico-madeira 25
5.3. Escoramento Metálico 26
5.4. Escoramento de Concreto 27
5.4.1. Paredes diafragma 28
5.4.2. Estacas justapostas 28
5.5. Escolha 29
5.6. Detalhe de Execução 29
5.6.1. Controle de campo 29
6. CORTINAS 31
6.1. Cortinas Rígidas e Flexíveis 31
6.2. Drenagem de Cortinas 32
7. DIMENSIONAMENTO E DESEMPENHO 34
7.1. DimensionamentoGeotécnico 34
7.1.1. Métodos Clássicos 34
7.1.2. Métodos Modernos 34
7.1.3. Métodos empíricos 35
7.2. Ação da Água 35
7.3. Ação de Carregamentos Externos 35
7.4. Deslocamentos Induzidos 36
8. CONCLUSÃO 38
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 39


1. INTRODUÇÃO

O estudo dos processos de estabilização de taludes e suas formas de contenção tornam-se necessários devido a consequênciasdesastrosas que os escorregamentos acarretam. Pode-se dizer que a ocorrência dos mesmos deve aumentar, devido principalmente a:
* Aumento da urbanização e do desenvolvimento de áreas sujeitas a escorregamentos;
* Desflorestamento contínuo destas áreas;
* Aumento das taxas de precipitação causadas pelas mudanças de clima.

2. TIPOS E PROCESSOS DE ESCORREGAMENTOS

2.1. Tipos de RupturaEstes taludes são submetidos a forças gravitacionais e eventualmente de percolação, graças ao desnível existente no terreno, que tendem a mover o solo para baixo, instabilizando-o. Quando a resistência do solo não é suficiente para conter a ação destas forças estabilizantes, uma parte do terreno passa a se mover em relação à outra, ocorrendo à ruptura. De acordo com a velocidade de movimento da...
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