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FACULDADE UNIVERTIX

SOCIEDADE EDUCACIONAL GARDINGO LTDA. – SOEGA













TRABALHO DE INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO









ACADÊMICOS



Brendo Fernandes da Silva

Bruna de Assis

Elias Batista da Rocha



















MATIPÓ

2013

FACULDADE UNIVERTIX

SOCIEDADE EDUCACIONAL GARDINGO LTDA. – SOEGARTRABALHO DE INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO













Trabalho de curso apresentado ao curso de Bacharelado Engenharia Civil da Faculdade Univertix como requisito parcial às atividades da Primeira etapa da disciplina de Introdução à Computação

Prof. Esp. : Rosélio Marcos SantanaACADÊMICOS



Brendo Fernandes da Silva

Bruna de Assis

Elias Batista da Rocha



MATIPÓ

2013




GERAÇÃO ATUAL DA COMPUTAÇÃO


INTRODUÇÃO

A computação da quinta geração ou computador da quinta geração, deve o seu nome a um projecto gigantesco de pesquisa governamental e industrial no Japão durante a década 80 do século XX.
O projecto tinha como principal objetivo a criaçãode um computador que “marcasse uma época” com performance semelhante a um supercomputador e capacidade prática de inteligência artificial. O termo “quinta geração” tencionava convencionar o novo sistema como sendo um salto para além das máquinas já existentes.
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HISTÓRIA
Os computadores, a válvulas foram chamados de computadores da primeira geração. Depois, com o aparecimento dos díodose transistores surge a segunda geração, com o circuito integrado nasce a terceira geração e com o surgimento do microprocessador, deu-se o nome de quarta geração. Visto que a anterior geração de computadores (quarta geração) se tinha focado no aumento do número de elementos lógicos num único CPU, acreditava-se plenamente na altura que a quinta geração iria virar-se completamente para a utilizaçãode quantidades enormes de CPU’s para um desempenho maior das máquinas. Criados em 2011

O INÍCIO
Através destas várias gerações, e a partir dos anos 50, o Japão tinha sido apenas mais um país na retaguarda de outros, em termos de avanços na tecnologia da computação, construindo computadores seguindo os modelos americano e inglês.
O ministro da indústria e dos negócios estrangeiros japonesesdecidiu tentar quebrar esta corrente de “segue-o-líder”, e em meados dos anos 70 do século XX deu início a uma visão em pequena escala para o futuro da computação. Foi então pedido ao Centro Japonês para o Desenvolvimento do Processamento da Informação para indicar um conjunto de caminhos a seguir, e em 1979 ofereceu um contrato de 3 anos para conduzir mais estudos de pormenor conjuntamente comindustriais e acadêmicos. Foi durante este período que o termo "quinta geração" começou a ser utilizado.
A “AMEAÇA” DO SOL - NASCENTE
A ideia de que a computação paralela seria o futuro dos ganhos de performance estava tão enraizada que o projeto da quinta geração gerou uma grande apreensão no campo da informática. Após o mundo ter visto o Japão tomar conta da indústria da eletrônica de consumonos anos 70 e aparentemente ter conseguido fazer o mesmo na indústria automóvel nos anos 80, os japoneses gozavam de uma reputação de invencibilidade. Não tardou para que o projeto de computação paralela fossem implementados nos outros países, nomeadamente nos Estados Unidos, através da empresa Microelectronics and Computer Technology Corporation (MCC), na Inglaterra através da Alvey ou atravésdo Programa Estratégico Europeu de Pesquisa em Tecnologias da Informação (European Strategic Program of Research in Information Technology ou ESPRIT).

A REALIDADE
Nos dez anos seguintes, o projeto da quinta-geração saltou de uma dificuldade para a outra. O primeiro problema assentava no fato da linguagem de programação escolhida, Prolog, não oferecer suporte para concorrências, logo, os...
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