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COTOVELO

COTOVELO
INCIDÊNCIA:

AP

Sentar o paciente na extremidade da mesa, com o cotovelo completamente
estendido, se possível.
Estender o cotovelo, supinar a mão e alinhar o braço e o antebraço ao eixo
longitudinal da porção do filme que está sendo exposta.
Solicitar ao paciente para inclinar lateralmente como é necessário para uma
incidência AP verdadeira (palpar os epicôndilospara assegurar que eles estejam
paralelos ao filme).
RC perpendicular, direcionado para
a porção média da articulação do
cotovelo.
DFoFi de 1,00m.
Chassi: 24x30 na transversal,
dividido em 2 partes, no tampo da
mesa.

COTOVELO
INCIDÊNCIA:

AP

Patologias Demonstradas: Fraturas ou luxações do cotovelo e processos
patológicos, tais como osteomielite ou artrite.
EstruturasMostradas: Visualizam-se a porção distal do úmero, o espaço articular
do cotovelo e a porção proximal do rádio.

COTOVELO
INCIDÊNCIA:

AP

Kv:
mA:
mAs:
Fórmula universal:
kVp = Esp. X 2 + const. ( 20 )
mAs = Kvp X coef. Miliamp. ( 1 )
mA = Foco fino ( 50 à 100 )
COEFICIENTE MILIAMPERIMÉTRICO

Ossos e contraste positivo

1

Abdome, músculos e vísceras

0,8

Pulmões e contrastenegativo

0,05

COTOVELO
INCIDÊNCIA:
Sentar o paciente na extremidade da
mesa, com o cotovelo flexionado a 90°.
Abaixar o ombro até que o úmero e o
antebraço estejam no mesmo plano
horizontal.
Girar a mão e o punho até uma posição
lateral verdadeira, com o polegar para
cima.
RC perpendicular, direcionado para a
porção média da articulação do cotovelo
(superfície posterior do processoolecraniano facilmente palpada).

DFoFi de 1,00m.
Chassi: 24x30 na transversal, dividido
em 2 partes, no tampo da mesa.

Perfil

COTOVELO
INCIDÊNCIA:

Perfil

Patologias Demonstradas: Fraturas ou luxações do cotovelo e processos
patológicos, tais como osteomielite ou artrite.
Estruturas Mostradas: Visualizam-se as porções distal do úmero e proximal do
antebraço, o processoolecraniano, os tecidos moles e coxins adiposos da
articulação do cotovelo.

COTOVELO
INCIDÊNCIA:

Perfil

Kv:
mA:
mAs:
Fórmula universal:
kVp = Esp. X 2 + const. ( 20 )
mAs = Kvp X coef. Miliamp. ( 1 )
mA = Foco fino ( 50 à 100 )
COEFICIENTE MILIAMPERIMÉTRICO

Ossos e contraste positivo

1

Abdome, músculos e vísceras

0,8

Pulmões e contraste negativo

0,05

COTOVELOINCIDÊNCIA:

Oblíqua Interna

Sentar o paciente na extremidade da
mesa, com o braço completamente
estendido e o ombro e o cotovelo no
mesmo plano horizontal.
Pronar a mão para uma posição natural
de palma para baixo e girar o braço
conforme necessário até que a porção
distal do úmero e a superfície anterior do
cotovelo estejam rodados 45°.
RC perpendicular, direcionado para a
porçãomédia da articulações do cotovelo.
DFoFi de 1,00m.
Chassi: 24x30 na transversal, dividido em
2 partes, no tampo da mesa.

COTOVELO
INCIDÊNCIA:

Oblíqua Interna

Patologias Demonstradas: Fraturas e luxações do cotovelo, principalmente do
processo coronóide, e alguns processos patológicos, como osteoporose e artrite.
Estruturas Mostradas: Incidência oblíqua da porção distal do úmero eproximal
do rádio e da ulna.

COTOVELO
INCIDÊNCIA:

Oblíqua Interna

Kv:
mA:
mAs:
Fórmula universal:
kVp = Esp. X 2 + const. ( 20 )
mAs = Kvp X coef. Miliamp. ( 1 )
mA = Foco fino ( 50 à 100 )
COEFICIENTE MILIAMPERIMÉTRICO

Ossos e contraste positivo

1

Abdome, músculos e vísceras

0,8

Pulmões e contraste negativo

0,05

COTOVELO
INCIDÊNCIA:

Oblíqua ExternaSentar o paciente na extremidade da mesa,
com o braço em extensão completa e o
ombro e o cotovelo no mesmo plano
horizontal.
Supinar a mão e rodar lateralmente o braço
inteiro para que a porção distal do úmero e a
superfície anterior da articulação do cotovelo
estejam aproximadamente a 45° do chassi (o
paciente precisa inclinar-se lateralmente para
a rotação lateral suficiente do braço)....
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