Enfermagem

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  • Publicado : 8 de novembro de 2012
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Introdução


Este trabalho tem o propósito de apresentar a principal malformação congênita do encéfalo, resultado dos distúrbios da neurulação que podem originar em anomalias graves do encéfalo e da medula espinhal. A Meroanencefalia (do grego meros, parte) ou Anencefalia (do grego an, sem + enkephalos, encéfalo; ou ausência parcial do cérebro), é uma anomalia congênita que ocorre cerca deuma vez a cada mil nascimentos, predominantemente no sexo feminino.
Esses bebês normalmente nascem mortos (natimortos) ou morrem pouco depois do parto.
Após ser diagnosticada a gestação de feto anencéfalo entra então a questão, “Anencefalia, uma difícil decisão entre a vida e a morte”. Após o diagnóstico quando os pais são confrontados com a certeza da perda do seu filho, deparam-se com adifícil decisão entre dar continuidade à gestação mesmo sabendo dos riscos de sobrevivência do feto durante ou após o parto; ou interromper a gestação abortando o feto.
Através de informações fundamentadas, mostraremos as causas, diagnósticos, se há algum tratamento para a Anencefalia, e mostraremos o caso da menina Marcela, uma brasileira que viveu 1 ano, 8 meses e 12 dias após o nascimento,e faleceu em conseqüência de uma pneumonia aspirativa.
Além desta introdução, o trabalho apresenta, na seqüência, os sintomas, tratamento, prevenção, evolução sobre a doença, o seu crescimento, e para isso foram feitos levantamentos eletrônicos em diversos sites da internet, livros, e demais publicações, sendo o propósito, apresentar essa grave e fatal malformação no período embriológico.[pic]
Feto normal à esquerda com 12 semanas de gestação e um feto de 14 semanas de gestação à direita com meroanencefalia.








MEROANENCEFALIA


Meroanencefalia ou ausência parcial do cérebro é uma anomalia grave e comum dentre as que afetam o Sistema Nervoso Central. Consiste em malformação letal, rara do tubo neural acontecida entre o 16° eo 26° dia de gestação, caracterizada pela ausência parcial do encéfalo e da calota craniana, proveniente de defeito de fechamento do tubo neural durante a formação embrionária.
Por causa da complexidade de sua história embriológica,é comum o desenolvimento anormal do encélo(cerca de três em 1.000 nascimentos) este se dá durante a quarta semana e enolve os tecidos sobrepostos (meninges ecalvária), os fatores causadores de DTNs são de natureza genética, nutricional.As anomalias congênitas do encéfalo podem ser causadas por alterações na morfogênese e na histogênese do tecido neroso,podem resultar de falhas do desenvolvimento em estruturas associadas(notocorda,somitos,mesênquima e crânio). A histogênese anormal do córtex cerebral pode resultar em convulsões e vários tipos de retardomental,isso se dá a exposição do feto/embrião a certos virus e a altos níveis de radiação durante o período que vai da 8ª a 16ª semanas de desenvolvimento.
Fatores pré-natais incluem infecção materna ou distúrbios na tireóide,incompatibilidade no fato RH e algumas condições hereditárias ou genéticas,em outros casos,o déficit pode ocorrer depois do nascimento,incluindo icterícia neonatal grave.[pic]
http://en.wikipedia.org/wiki/File: Anencephaly_front.jpg


Há vários fatores de risco: se um casal teve um filho com anencefalia, a chance de ter outro com a doença são de 4%, ou 40 vezes maior que na população geral. Carência de ácido fólico antes e no início da gravidez aumenta o risco em duas a oito vezes. Outros fatores são defeitos no metabolismo do ácido fólico,diabetes materna, falta de vitamina B12, uso de certos anticonvulsivantes, obesidade e febre na gravidez.
Na prática, a palavra "anencefalia" geralmente é utilizada para caracterizar uma má-formação fetal do cérebro. Nestes casos, o bebê pode apresentar algumas partes do tronco cerebral funcionando, garantindo algumas funções vitais do organismo
Além desta introdução, o trabalho...
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