Enfermagem

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1 ARTIGO: A Biologia molecular das doenças inflamatórias intestinais
Mauro Pinho
Laboratório de Biologia Molecular e Disciplina de Clínica Cirúrgica do Departamento de Medicina da UNIVILLE, Joinville, SC e Departamento de Cirurgia do Hospital Municipal São José, Joinville, SC.Resumo:Apesar de sua elevada prevalência, a compreensão dos mecanismos fisiopatológicos da doença de Crohn e da retocolite ulcerativa permanece como um grande desafio apesar de muitas décadas de pesados investimentos em pesquisa. Estudos clínicos em grande escala, assim como análises em ciências básicas mostraram-se insuficientes para superar a complexidade destas doenças as quais, apesar de apresentar umaprofunda similaridade entre si, possuem uma extensa variedade no que diz respeito à incidência, sítio anatômico de envolvimento, formas de apresentação, evolução e resposta terapêutica.
O grande avanço tecnológico, ocorrido ao longo dos últimos anos que permitiu o desenvolvimento de técnicas de análise da biologia molecular dos tecidos, trouxe também uma renovação de esperanças quanto àpossibilidade de obtenção de respostas na área das doenças inflamatórias intestinais. De fato, um grande número de estudos realizados nos principais centros de pesquisa internacionais dedicam-se desde então, a compreender os vários aspectos envolvidos nestas doenças. Embora estejamos ainda bastante distantes de alcançar estes objetivos,
2 ARTIGO: Inflamação em doenças neurodegenerativas
PA Med.v.21 n.2 Belém jun. 2007
Rafael Rodrigues LimaI, Ana Maria Rabelo CostaII; Renata Duarte de SouzaIII; Walace Gomes-LealIV
RESUMO
OBJETIVO: estudo descritivo sobre a atuação do processo inflamatório em doença neurodegenerativas, com ênfase nos dois principais tipos celulares envolvidos: neutrófilo e macrófago.
MÉTODO: pesquisa do tema nas fontes bibliográficas na base dedados PUBMED/ MEDLINE.
CONSIDERAÇÕES FINAIS: existem diversas evidências na literatura que mostram que, embora os mecanismos inflamatórios participem dos fenômenos de reparação tecidual, também, estão envolvidos em processos de degeneração secundária em doenças agudas e crônicas do sistema nervoso central.
3 ARTIGO Asma: suas origens, seus mecanismos inflamatórios e o papel docorticosteróide
Hisbello S. Campos
Médico do Centro de Referência Professor Hélio Fraga/Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde
Pneumol. Sanit. v.15 n.1 Rio de Janeiro dez. 2007
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, cuja causa ainda não está completamente compreendida. Como resultado da inflamação, as vias aéreas são hiperresponsivas e contraem-sefacilmente em resposta a uma ampla gama de estímulos.
4 ARTIGO: Inflamação nas pequenas vias aéreas em asmáticos
Álvaro A. Cruz1, Eduardo V. Ponte2
Resumo
Objetivo: Rever de forma sistemática as evidências de envolvimento das pequenas vias aéreas na fisiopa-tologia da asma, a importância deste novo conheci-mento na avaliação do paciente e as implicações tera-pêuticas.
Método: Foi realizadauma revisão sistemática da literatura publicada na Medline e Lilacs a partir do ano de 1972. Foram selecionados artigos originais que abordassem o tema inflamação das pequenas vias aé-reas na asma nos seguintes aspectos: anatomia patoló-gica, imunopatologia, estudo de imagem, função pul-monar e tratamento da inflamação de pequenas vias aéreas.
Resultado: Foram selecionados 36 artigos originaisabordando o tema. Pudemos observar que o envolvi-mento inflamatório das unidades pulmonares distais, bronquíolos e alvéolos, na asma, vêm sendo demons-trado mais recentemente com técnicas variadas. Entre elas temos a medida direta da resistência de vias aé-reas periféricas, o estudo anátomo-patológico das vias aéreas de menos de 2 milímetros de perímetro interno, a demonstração da expressão...
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