Enfermagem- relatorio de estagio

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CASSIA A.CAMPOS
JACQUELINE CHAGAS

RELATÓRIO DE CAMPO DE ESTÁGIO
DISCIPLINA DE ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ENFERMAGEM II
HOSPITAL MUNICIPAL PRESIDENTE VARGAS – UNIDADE DE CONTROLE DE INFECÇAO HOSPITALAR

CANOAS, 2012
CASSIA A. CAMPOS
JACQUELINECHAGAS




RELATÓRIO DE CAMPO DE ESTÁGIO
DISCIPLINA DE ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ENFERMAGEM II
HOSPITAL MUNICIPAL PRESIDENTE VARGAS – UNIDADE DE CONTROLE DE INFECÇAO HOSPITALAR

Orientação profª Ms. Kátia Lopes

Canoas, 2012SUMÁRIO

1. Introdução
2.
3.
4. Considerações Finais
5. Bibliografia
....................................................................................
Apêndice: Anotações de Atividades Práticas.



1. Introdução

Segundo Mussi-Pinhata e Nascimento (¹) de maneira geral, infecções hospitalares são quaisquer infecções que não estejam presentes ou incubadasno momento da admissão hospitalar e, portanto, adquiridas durante a hospitalização ou até 72 horas após esta.
Segundo Lopes, Rossetto, Belei, Capobiango e Matsuo(²), a infecção hospitalar pode ser dita: infecção endógena, quando se verifica a partir de microorganismos do próprio paciente, geralmente imunodeprimido. Corresponde a 2/3 das infecções hospitalares; infecção exógena é adquirida apartir de microorganismos estranhos ao paciente, sendo veiculada pelas mãos da equipe de saúde, nebulização, uso de respiradores, vetores, por medicamentos ou alimentos contaminados; infecção cruzada é transmitida de paciente a paciente, geralmente através das mãos da equipe de saúde.

Segundo Pinheiro, Nicoletti, Boszczowsk, Puccini e Ramos.(³) Os problemas universais no controle de infecçãoocorrem em países desenvolvidos e em desenvolvimento e compreendem: número de pessoal e recursos financeiros inadequados, relutância dos funcionários do hospital em modificar condutas e uso excessivo de agentes antimicrobianos.
No Brasil, o Controle das Infecções Hospitalares começou em 1983, com a publicação pelo Ministério da Saúde da Portaria nº 196, obrigando todos os hospitais brasileiros acriarem Comissões de Controle de Infecções Hospitalares.
No final da década de 80, surgem as primeiras associações de profissionais em Controle de Infecções Hospitalares: APECIH em São Paulo, AMECIH em Minas Gerais, ABIH, etc., promovendo encontros e congressos sobre o assunto. A partir daí, observou-se maior participação dos hospitais públicos e privados com a real obrigatoriedade das comissõestrabalhando com pessoal capacitado e treinado.
A metodologia passiva (Portaria n º 196/83) começou a ser substituída pela busca ativa de coleta de dados.
Em 1992, o Ministério da Saúde publicou a portaria nº 930, em substituição à nº 196, de 1983, instituindo o método ativo de busca e especificando a necessidade de um médico e um enfermeiro com formação epidemiológica e com dedicação exclusiva àComissão de Infecção Hospitalar (um enfermeiro para cada 200 leitos).
Em  1999  foi  publicada  a  lei  que  estabelece  a  criação  da  ANVISA,  que
atualmente é a referência brasileira de normas e diretrizes sobre a implementação e
funcionamento de uma CCIH.

As infecções hospitalares são mais freqüentes e, geralmente, mais graves em recém-nascidos. Além das várias peculiaridades desta faseda vida, que levam à maior susceptibilidade à infecção, a sobrevivência de um número crescente de recém-nascidos prematuros decorrente do elevado tempo de internação em unidades de terapia intensiva neonatal, onde são submetidos a procedimentos invasivos e ao uso de antimicrobianos de largo espectro, são responsáveis por esta condição. As taxas gerais de infecção nas UTI Neonatais variam de 6 a...
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