EMBRIOLOGIA

679 palavras 3 páginas
INTRODUÇÃO

Anodontia refere-se à ausência da formação do germe dentário – estrutura embrionária responsável pela formação das estruturas dentais.
Aspectos associados a ausências de germes dentários, como a forma dos dentes presentes hipoplásicos e/ou conóides, e as características da displasia do ectoderma, como secura das mucosas, malformação das glândulas salivares, abóboda palatina ogival, fenda palatina, podem estar presentes.
A doença pode ter origem autossômica ou heterossômica possui causa geneticamente determinada, seguindo um modo autossômico dominante de transmissão. Atinge a dentição decídua e permanente, como também causar várias mudanças, tanto na forma quanto no tamanho de dentes sucessores e homólogos. Pode ser parcial ou total.
Berthold e Benemann (1996) definem a anodontia como uma situação na qual os germes dentários não se desenvolvem suficientemente para permitir a diferenciação em tecidos dentários, afirmando que vários são os fatores causais das ausências dentárias. Os fatores frequentemente associados às ausências dos germes dentários são: síndromes; componentes hereditários; problemas sistêmicos, como raquitismo e sífilis, e transtornos intrauterinos graves, que podem destruir germes dentários. Ainda é relatada como uma das causas a radioterapia em baixas doses, que pode destruir o botão dental.
Ausência congênita de dentes, pode envolver:
- Todos os dentes sendo chamada de anodontia total.
- Somente alguns dos dentes sendo chamada de anodontia parcial ou hipodontia. Existe uma pequena variação entre elas mas nada que tenha significado para nós.
- Pode acometer as duas dentições: decídua / de leite e permanente
- Pode acometer somente a dentição permanente.
- Pode causar, além da não formação do dente, alterações na forma dos dentes que nascem.

São raras as ausências dentárias em decíduos, principalmente de incisivos centrais, caninos e molares.

Os dentes mais afetados pela anodontia, são;
- Os terceiros

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